G7 revela perspectiva econômica mais desanimadora

Autoridades da área de finanças dospaíses mais ricos do mundo apresentaram uma avaliação maispessimista sobre a economia global nesta sexta-feira, à medidaque a persistente turbulência atinge os gastos e empréstimos, eprometeram ações para aumentar a supervisão do sistema bancárioe mais cooperações. Com sinais recentes de problemas nos Estados Unidos, onde aconfiança do consumidor atingiu o menor nível desde 1982, oslíderes do G7 reconheceram que a perspectiva de crescimentoglobal corre riscos. Os líderes de finanças do G7 também expressaram preocupaçãocom os fortes movimentos das moedas desde a última reunião, emfevereiro. "Continuamos otimistas com a resistência de longo prazo denossas economias, mas as perspetivas econômicas de curto prazose enfraqueceram", disseram os ministros de Finanças eautoridades dos bancos centrais das setes nações mais ricas domundo. As autoridades não declararam que a economianorte-americana está caminhando para uma recessão, e seespantaram com o forte corte da previsão de crescimento mundialfeito pelo Fundo Monetário Internacional (FMI). Um estudo especial autorizado pelas nações do G7 apresentouuma avaliação detalhada das falhas bancárias e regulamentaçõesque contribuíram para a turbulência do mercado que já dura oitomeses. O relatório ofereceu várias recomendações sobre comomelhorar a supervisão. O G7 --formado por Estados Unidos, Canadá, Inglaterra,França, Alemanha, Itália e Japão-- afirmou que apóia fortementeo relatório do Fórum de Estabilidade Financeira, que incluiautoridades de bancos centrais e orgãos de regulamentaçãoglobais, após o fim da reunião que começou no meio da tarde.

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