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Gabrielli descarta falta de combustível pela Petrobrás

Presidente da estatal admitiu, no entanto, que no ano passado e agora, no mês de abril, a Petrobrás precisou importar gasolina

Evandro Fadel, da Agência Estado,

25 de abril de 2011 | 19h29

O presidente da Petrobrás, José Sergio Gabrielli, descartou, em Curitiba, que possa haver desabastecimento de combustível por parte da estatal. "Pelas distribuidoras de outras bandeiras não posso falar", destacou. "As nossas cotas estão sendo entregues." No entanto, admitiu que no ano passado e agora, no mês de abril, a Petrobrás precisou importar gasolina. "Em 2010, o consumo cresceu 19% e a capacidade de produção está quase no limite", afirmou. A Petrobrás responde por 35% do mercado de 37 mil postos e 270 distribuidoras.

Ele admitiu que pode estar havendo falta pontual, sobre a qual não teria condições de responder. "Mas não é a característica do momento", acrescentou. "As informações que temos é que não falta gasolina no Brasil." Sobre uma possível falta de álcool anidro, ele ressaltou que a safra de cana ainda está no início e, portanto, é cedo para fazer qualquer prognóstico. "É suficiente para atender à composição da gasolina C, mas se não for pode importar álcool anidro", ponderou.

Gabrielli voltou a afirmar que o preço do litro de gasolina nas refinarias da Petrobrás está entre R$ 1,05 e R$ 1,08. "O mesmo desde maio de 2009", reforçou. Ele preferiu também não fazer qualquer previsão sobre como se comportará. "Os preços internacionais estão com variação e não está claro se haverá estabilidade, não tem como tomar nenhuma decisão sobre preço de gasolina neste momento na Petrobrás", afirmou.

O presidente da Petrobrás esteve em Curitiba para convocar empresários paranaenses a investirem e serem fornecedores da empresa. Segundo ele, até 2014 devem ser investidos US$ 140 bilhões em compras de equipamentos para aumentar a infraestrutura. No Paraná, os investimentos serão de US$ 6,2 bilhões no mesmo período. Segundo Gabrielli, somente no ano passado foram investidos R$ 4 bilhões. "Mas a presença de fornecedores paranaenses é pequena. Precisamos aumentar isso", disse.

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