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Gabrielli diz que CPI pode imobilizar uma empresa

O presidente da Petrobras, José Sérgio Gabrielli, rechaçou a ideia de se criar uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar a mudança de regime contábil realizada pela estatal no ano passado, que proporcionou uma redução no recolhimento de impostos. Gabrielli chegou a dizer que uma CPI pode "imobilizar uma companhia".

LEONARDO GOY, Agencia Estado

14 de maio de 2009 | 17h43

"As consequências de uma CPI sem definição de fato concreto são muito graves. Você pode imobilizar uma companhia, você pode imobilizar um cidadão ou uma instituição", disse Gabrielli, ao deixar nesta tarde o gabinete do presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), ponderando que a criação ou não de uma CPI é uma atribuição do Congresso.

Gabrielli disse que, se não há um fato concreto, "a CPI é só um palco para grandes denúncias de tudo que pode acontecer e isso é uma coisa que vai ter consequências muito negativas para a Petrobras". Ele, no entanto, mostrou-se disposto a ir ao Congresso para participar de uma audiência pública para explicar a mudança no regime tributário.

"Nossa disposição de vir ao Congresso é para explicitar todos os casos concretos", disse. Ele, entretanto, não revelou qual seria a data dessa audiência, lembrando que essa uma decisão do parlamento. Gabrielli embarca amanhã para a China, mas disse que, já na próxima semana, quando retorna da viagem, está pronto para participar dessa eventual audiência.

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