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Gabrielli: preço da gasolina na refinaria está alinhado

O presidente da Petrobras, Sergio Gabrielli, afirmou hoje que o preço da gasolina nas refinarias brasileiras está em linha com o de outros países como Estados Unidos, Uruguai, Canadá e Itália. "Se compararmos, veremos que todos estão na mesma faixa, perto de US$ 0,50 por litro. Há um certo alinhamento", disse Gabrielli em sua exposição na audiência conjunta das comissões de Assuntos Econômicos e de Infraestrutura do Senado.

LEONARDO GOY E CELIA FROUFE, Agencia Estado

24 de março de 2009 | 11h48

Segundo ele, o preço na bomba, ou seja, na ponta do consumo final, apresenta diferenças por conta dos tributos e da margem de lucro dos distribuidores. Gabrielli foi convidado para a audiência para dar esclarecimentos sobre os planos do governo federal para a atuação e os negócios da Petrobras nos próximos cinco anos - de 2009 a 2013.

O presidente da Petrobras reiterou que a projeção dos investimentos da companhia para o período de 2009 a 2013 é de US$ 174,4 bilhões, aproximadamente US$ 30 bilhões por ano. "É um investimento substantivo. Talvez seja o maior pacote de investimento das empresas do setor, no mundo", afirmou.

Ele lembrou que de 2008 a 2012 o plano de negócios da Petrobras previa investimento de US$ 112,4 bilhões. "Comparando os dois períodos, temos um aumento de mais de US$ 50 bilhões, em plena crise", disse.

Gabrielli reforçou que de 2003 a 2008 os investimentos da Petrobras foram financiados, em grande parte, pelo fluxo operacional da companhia, ou seja, com recursos próprios. Para o período que vai até 2013, ele prevê que a Petrobras terá aumento de dívida líquida, a fim de viabilizar as aplicações. Isso será possível, segundo Gabrielli, porque o custo da dívida deve ser menor do que o retorno obtido com os investimentos. "É viável, rentável e economicamente justificável", disse.

Gabrielli também mencionou aos senadores as projeções para a produção total da Petrobras em 2009 (2,757 milhões de barris por dia), para 2013 (3,655 milhões de barris/dia) e para 2020 (5,729 milhões de barris/dia). "Em 2020 o Brasil produzirá mais da metade do que produz a Arábia Saudita e a Rússia", comparou. Ele explicou que essas estimativas não dependem de novas descobertas de reservas pela Petrobras e que no caso do pré-sal só estão sendo levadas em consideração as áreas já concedidas pelo governo.

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