Gado apodrece na beira de rodovia no MS

Enquanto o governo gasta cerca de R$ 1 milhão por dia na tentativa de conter os focos de aftosa na região sul do Mato Grosso do Sul, pecuaristas situados em outras regiões do Estado ainda mostram descaso com as normas de segurança sanitária.No município de Anhanduí, próximo de Campo Grande, dois bois mortos, um deles em estado avançado de decomposição, chamavam a atenção dos motoristas que trafegavam pela rodovia BR-163 - a mesma estrada onde estão instaladas as barreiras sanitárias da aftosa, no sul do Estado.As carcaças estavam próximas da cerca e uma delas já havia sido atacada pelos urubus. Motoristas menos desavisados logo relacionavam as mortes com a aftosa. Os donos da fazenda não foram localizados.Técnicos da Agência Estadual de Defesa Animal e Vegetal (Iagro) informaram que manter os animais apodrecendo no pasto é uma atitude incorreta e perigosa, pois as carcaças em decomposição podem disseminar doenças. O procedimento correto é enterrá-los ou, não sendo possível, promover sua incineração.

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