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Gafisa dá nova chance para a Tenda

A Gafisa está se preparando para retomar os lançamentos com a marca Tenda no segundo semestre. "Vamos voltar com projetos vencedores para provar que sabemos operar no segmento de baixa renda", disse o presidente da Gafisa, Duilio Calciolari.

O Estado de S.Paulo

30 de abril de 2012 | 03h07

Segundo ele, a previsão é lançar cerca de 3 mil unidades da Tenda em 2012, que somam um valor geral de vendas (VGV) entre R$ 300 milhões e R$ 400 milhões, cerca de 10% a 15% do previsto para o grupo. A Tenda já chegou a representar 40% desse volume.

A Gafisa comprou a Tenda em 2008 para entrar no mercado de baixa renda, mas enfrentou dificuldades na operação. As obras custaram mais do que o previsto e consumiram o caixa da empresa. No ano passado, o grupo decidiu arrumar a casa. E, para isso, parou de lançar projetos Tenda em agosto.

"A empresa tem papel estratégico no longo prazo. O potencial do mercado de imóveis econômicos é enorme. Se as concorrentes ganham dinheiro com isso, também podemos ganhar", disse Calciolari.

Os novos lançamentos terão uma operação diferente dos antigos, segundo o executivo. Uma das principais mudanças será o rigor para o enquadramento dos projetos e dos clientes nas condições exigidas pela Caixa Econômica Federal. Assim, a empresa conseguirá repassar a carteira de clientes para o banco antes mesmo da conclusão da obra, antecipando recebíveis e evitando consumir seu caixa.

ENERGIA NUCLEAR

Associação quer mudar a lei

O presidente da Associação Brasileira de Desenvolvimento de Atividades Nucleares (Abdan), Antonio Muller, vai aproveitar o próximo Encontro Nacional de Agentes do Setor Elétrico, entre 8 e 9 de maio, para reforçar um pedido ao governo. A entidade quer mudanças na lei do setor para permitir que investidores privados operem usinas nucleares. A partir de 2025, segundo ele, as hidrelétricas serão insuficientes para sustentar o consumo de energia no País. A Abdan já propôs um projeto de emenda constitucional sobre o tema.

CARTÕES

Pagamento por toque

Por enquanto, o pagamento por aproximação, em que o cliente apenas encosta o cartão no terminal para efetuar uma compra, ainda é incipiente no Brasil. A Cielo, no entanto, diz estar preparada para a introdução da tecnologia no País, popular especialmente em situações em que a rapidez da operação é essencial (como no transporte público). A credenciadora afirma que suas máquinas já podem efetuar a operação por aproximação. Falta, agora, que os bancos emitam cartões que permitam o uso da tecnologia.

CELULAR

Aparelho que escolhe chip

Um aplicativo que identifica a operadora de telefonia do número digitado e escolhe o chip que fará a ligação será incorporado pela Venko a um dos aparelhos celulares que fabrica, o modelo Carisma, com quatro chips. A estratégia é atrair o cliente que tem várias linhas, oferecendo a ele a possibilidade de economizar com suas chamadas.

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