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Gasoduto da Bolívia pode passar por Brasil, Chile ou Peru

A decisão controversa sobre uma gasoduto que exportaria bilhões de metros cúbicos de gás a partir da Bolívia ainda está distante, disse o ministro da Defesa do país, Freddy Teodovich. A decisão deve se seguir a uma análise estritamente técnica e possíveis rotas de exportação poderiam incluir Brasil, além de Chile e Peru, opções consideradas até o momento, acrescentou. Logo após ser eleito no começo de agosto, o presidente boliviano Gonzalo Sánchez de Losada disse que a decisão poderia ser tomada ainda este ano. As declarações de Teodovich adiam o processo.Originalmente, a Sempra Energy e a Pacific LNG, um consórcio entre a Repsol YPF SA, BG Group PLC e Pan American Energy, afirmaram que uma decisão precisava ter sido tomada durante o primeiro semestre de 2002 para que o projeto avançasse como planejado. Caso o projeto seja bem sucedido, a Bolívia poderia no fim exportar uma média de 800 milhões de pés cúbicos por dia de gás natural liqüefeito para os EUA e o México. A questão tem gerado bastante controvérsia. Notícias de que o ex-presidente Jorge Quiroga, que antecedeu Sánchez, já havia feito um acordo secreto para ter o gás exportado pelo Chile provocou protestos na Bolívia, que perdeu a costa do Pacífico para os chilenos numa guerra no final do século passado. Os principais sindicatos trabalhistas bolivianos e outras organizações já se declararam contra a passagem do gasoduto pelo Chile. Entretanto, a região da Tarija, onde o gás foi encontrado, tem ameaçado separar-se se o gasoduto não passar pelo Chile, e a Pacific LNG afirmou que prefere a opção chilena.

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