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Geithner defende manutenção de estímulo econômico

O secretário do Tesouro dos Estados Unidos, Timothy Geithner, afirmou que altas taxas de desemprego mostram que a recuperação econômica ainda está sob risco e que os governos precisam manter o programas de estímulo o quanto for necessário para assegurar o crescimento sustentado.

REUTERS

07 de novembro de 2009 | 14h38

O secretário também manifestou ser contrário à proposta britânica de criação de um imposto sobre transações financeiras direcionado a criar um fundo de apoio para futuros períodos de estresse no sistema financeiro.

"Um imposto diário sobre transações financeiras não é algo que estamos preparados para apoiar", afirmou Geithner em entrevista a uma emissora de TV após reunião de líderes do G20.

Sobre os programas de estímulo, Geithner afirmou que "se colocarmos o pé no freio muito rapidamente vamos enfraquecer a economia e o sistema financeiro. O desemprego vai subir, mais empresas vão quebrar, o déficit orçamentário vai crescer e o custo final da crise será maior", disse ele em comunicado após o fim do encontro.

"Com o crescimento agora surgindo e as chamas no sistema financeiro apagando, o desafio está mudando. O primeiro estágio foi o resgate de emergência", disse Geithner. "A próxima fase é catalizar a demanda privada e o investimento privado. Isso vai exigir continuação das políticas de apoio."

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