Franck Robichon/EFE/EPA
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Ghosn diz que ordem de prisão contra sua mulher é ‘patética’

A ordem de prisão contra Carole afirma que ela teria mentido em um depoimento que prestou em abril de 2019

Fernando Scheller, enviado especial, O Estado de S.Paulo

07 de janeiro de 2020 | 13h45

BEIRUTE - Um dia antes da coletiva de imprensa prevista para esta quarta-feira, 8, o ex-presidente da aliança Renault-Nissan, Carlos Ghosn, divulgou uma nota em que classificou a ordem de prisão do Japão contra sua mulher, Carole, como “patética”.

O comunicado lembrou que, em abril de 2019, quando Carlos Ghosn havia decidido falar sobre seu caso com a imprensa, ele acabou sendo preso novamente. Ele havia sido libertado em março, após três meses e meio em um centro de detenção de Tóquio. A segunda detenção no Japão durou cerca de três semanas. O executivo ficou posteriormente oito meses em prisão domiciliar até fugir do país em direção ao Líbano, em 29 de dezembro.

A ordem de prisão contra Carole afirma que ela teria mentido em um depoimento que prestou em abril deste ano. Uma das condições da promotoria japonesa para conceder a prisão domiciliar a Carlos Ghosn foi a proibição de qualquer contrato dele com Carole.

A nota de Ghosn desta quarta diz: “Da última vez que Carlos Ghosn anunciou uma coletiva de imprensa ele foi preso novamente. Agora, na véspera do dia em que ele falará livremente pela primeira vez, eles expediram uma ordem de prisão para sua esposa, Carole Ghosn. Nove meses atrás, Carole Ghosn foi de forma voluntária ao Japão para responder perguntas dos promotores e não havia qualquer acusação contra ela. A expedição dessa ordem hoje é patética.”

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