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Giambiagi (ex-Ipea): 'fim da CPMF não é fim do mundo'

A possibilidade de o governo não aprovar a prorrogação da CPMF até 2011 é delicado do ponto de vista fiscal, mas não se trata "do fim do mundo?. A avaliação é do economista Fábio Giambiagi, recentemente afastado do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) e que assume amanhã a chefia do Departamento de Análise de Ricos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). "Sem a CPMF o governo precisará dar uma resposta rápida, mas não concordo que seja algo tão dramático?.Na primeira aparição pública depois das mudanças no Ipea, o economista afirmou que acredita na aprovação da CPMF pelo Congresso, porém já foi mais otimista em relação ao assunto. "Uma perda de 1,4% do PIB em receita da noite para o dia é algo sério, mas o governo não pode adotar o discurso de que será o fim o mundo, pois terá de acordar no dia seguinte sem o tributo?.Caso a CPMF caia no Congresso, Giambiagi sugeriu um ajuste dividido em duas partes: a redução da meta de superávit primário para 2008 em 0,7% do PIB e uma alteração na composição das receitas e despesas na mesma magnitude. O economista propôs a ampliação na alíquota de tributos como Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) e Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) de 0,1% do PIB, cada. Ele estimou ainda um ganho de 0,1% na receita com crescimento do consumo. Os outros 0,4% viriam de ajustes nas despesas correntes (0,25%) e investimentos (0,15%). ?Mas para que isso ocorra será necessário que aconteça mais uma vez a famosa vontade política?. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

AE, Agencia Estado

23 de novembro de 2007 | 08h01

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