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Glencore cumpre promessa com programa de recompra de US$1 bi

O grupo de commodities Glencore se tornou a primeira das grandes mineradoras a honrar promessas de remunerar acionistas, anunciando um programa de recompra de ações de até 1 bilhão de dólares, após divulgar lucro do primeiro semestre acima das previsões do mercado.

REUTERS

20 de agosto de 2014 | 07h57

Diversas companhias de mineração prometeram controlar seus gastos e remunerar mais acionistas após serem criticadas por anos esbanjando dinheiro em projetos arriscados que resultaram em baixas contábeis multibilionárias conforme os preços de metais começaram a recuar.

Contudo, a rival BHP Billiton falhou em entregar o prometido ao não anunciar um esperado programa de recompra na terça-feira, enquanto a Rio Tinto sinalizou que uma recompra pode ocorrer quando divulgar seus resultados para o ano fiscal fechado em fevereiro.

A expectativa de que a Glencore cumprisse o prometido foi corroborada pela conclusão neste mês da venda do projeto peruano de cobre Las Bambas para um consórcio chinês por 6,5 bilhões de dólares após impostos, ou por meio de uma recompra ou de um dividendo especial.

A Glencore, que concluiu uma aquisição recorde da rival Xstrata há pouco mais de um ano, é a maior produtora mundial de zinco, usado para galvanizar o aço, e é uma das maiores mineradoras e negociadoras de cobre e níquel.

A companhia listada em Londres, que se diferencia em uma divisão de trading além das operações de mineração, divulgou lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda, na sigla em inglês) de 6,5 bilhões de dólares, ajudada por uma forte performance do negócio de trading.

O resultado superou previsão média de analistas fornecida pela companhia de Ebitda de 6,3 bilhões de dólares.

(Por Silvia Antonioli)

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