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GM aceita acordo e trabalhador encerra greve nos EUA

Acordo provisório prevê reestruturação em obrigações com a assistência médica de aposentados

Agência Estado e Dow Jones,

26 de setembro de 2007 | 08h59

O Sindicato dos Trabalhadores da Indústria Automobilística dos EUA (UAW, na sigla em inglês), anunciou ter fechado com a General Motors (GM) um acordo provisório que prevê uma reestruturação importante nas obrigações da montadora com a assistência médica de seus aposentados. Com o fim do impasse, o grupo suspendeu a greve nacional iniciada na segunda-feira - a primeira a paralisar a empresa desde 1998. O acordo ainda precisa ser revisado pelos presidentes locais da UAW e ser submetido à votação dos 73 mil membros do sindicato. A expectativa é de que o pacto seja estabelecido nos mesmos padrões dos firmados pela Ford Motor e a Chrysler. A criação de um fundo independente para gerir US$ 51 bilhões em obrigações com a assistência médica de trabalhadores e aposentados deve representar um impulso significativo para a montadora, que teve sua classificação de crédito rebaixada, em parte por causa das preocupações sobre seu endividamento. O sindicato será responsável pela gestão da assistência médica de 340 mil aposentados e dependentes da GM.

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