R$ 1,57 bi

E-Investidor: Tesouro Direto atrai mais jovens e bate recorde de captação

GM admite fechar fábricas e lançar novo PDV nos EUA

O novo executivo-chefe da General Motors, Frederick "Fritz" Henderson, disse que a companhia pode precisar fechar mais fábricas, lançar um novo programa de demissão voluntária (PDV) e extrair maiores concessões dos sindicatos e dos detentores de bônus para poder sobreviver. Contudo, Henderson afirmou que a empresa poderá atingir as metas estabelecidas pela força-tarefa do governo dos Estados Unidos antes do prazo de 1º de junho.

DANIELLE CHAVES, Agencia Estado

31 de março de 2009 | 17h40

O executivo disse que a concordata, embora não seja a opção preferida para a GM, se tornou o resultado "mais provável" para a montadora. "Pediram que eu faça a GM se tornar bem-sucedida e vou fazer isso, não importa o que for necessário", disse Henderson. "Nós teremos esse trabalho feito, e vamos fazê-lo nos tribunais ou fora deles", acrescentou.

O executivo afirmou que a GM começou bem a preparação do novo plano de reestruturação, depois de a força-tarefa dizer ontem que o plano apresentado anteriormente era insuficiente e negar um novo empréstimo à empresa. O novo plano provavelmente vai incluir outro programa para reduzir a quantidade de empregados horistas. Além disso, mais fechamentos de fábricas, além dos 14 planejados para até 2012, poderão ser necessários.

O governo vai fornecer à GM capital de giro até 1º de junho, enquanto a montadora tenta chegar a acordos com sindicatos, credores e outros envolvidos com a empresa. "Mais tempo não vai ajudar no processo", disse Henderson, admitindo que a companhia seria forçada a pedir proteção judicial se não entregar o novo plano até 1º de junho. Henderson disse que a GM vai tentar acelerar seus esforços para reestruturação e identificar meios de "ir mais fundo e mais rápido".

Segundo o executivo, a força-tarefa não identificou especificamente novas metas para redução de custos e dívida, mas ficou claro que a companhia precisa fazer mais e mais rápido. Henderson acrescentou que a força-tarefa não deu um prazo para seu mandato como CEO. As informações são da Dow Jones.

Tudo o que sabemos sobre:
montadorasGMdemissões

Encontrou algum erro? Entre em contato

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.