GM dá licença remunerada para 1,6 mil temporários

Em nota, empresa explicou que a decisão se deve a diminuição da atividade industrial em geral

Beth Moreira, da Agência Estado

20 de janeiro de 2009 | 18h19

A General Motors (GM) do Brasil informou nesta terça-feira, 20, que 1.633 funcionários temporários da fábrica de São Caetano do Sul, no ABC paulista, cujos contratos vencem em fevereiro, março e abril, entrarão em licença remunerada.   Veja também: Desemprego, a terceira fase da crise financeira global De olho nos sintomas da crise econômica  Dicionário da crise  Lições de 29 Como o mundo reage à crise    Em nota, a montadora informou que comunicou a decisão na segunda-feiraao Sindicato dos Metalúrgicos de São Caetano do Sul. "A empresa honrará os termos dos contratos de trabalho por prazo determinado até suas respectivas expirações", afirmou a companhia.   A empresa explicou que a decisão deve-se a diminuição da atividade industrial em geral e, particularmente, no setor automobilístico. A GM destacou ainda que as previsões de vendas de veículos de porte médio no mercado interno para o primeiro trimestre de 2009 estão sendo revistas, como reflexo da crise financeira internacional.   "Diante dessa nova conjuntura de mercado e visando adequar os seus níveis de produção com a demanda prevista, a General Motors do Brasil decidiu colocar em licença remunerada 1.633 funcionários temporários, com contratos por prazo determinado de sua fábrica de São Caetano do Sul", afirmou a empresa, na nota.   A unidade é a maior e principal unidade da GM no País. A fábrica emprega 6 mil pessoas diretamente nas linhas de produção de automóveis. Na unidade, são produzidos o Astra, Vectra e Corsa Classic.

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