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GM dá ultimato a credores sobre nova proposta da dívida

Os detentores de US$ 27,2 bilhões em títulos da dívida da montadora norte-americana General Motors (GM) correm o risco de ficar fora da companhia reestruturada, se não aceitarem uma nova proposta de troca de bônus apresentada pelo Tesouro dos Estados Unidos, até as 18 horas (de Brasília) deste sábado (dia 30). Se recusarem a proposta, a participação que receberiam na "Nova GM" pode ser reduzida ou eliminada e a dívida ficaria na "Velha GM".

CYNTHIA DECLOEDT, Agencia Estado

28 de maio de 2009 | 12h57

A nova proposta, contida em um documento regulatório, prevê que a empresa reestruturada, a "Nova GM", teria uma participação inicial de 10% dos credores, porcentual que pode subir para 15% se contar os bônus de subscrição, que dão direito à compra futura de ações. O Tesouro dos EUA ficaria com uma participação inicial de 72,5% na "Nova GM", em troca de uma melhor ajuda à montadora, e um fundo de planos de saúde administrado pelo sindicato ficaria com os outros 17,5%.

Como parte do acordo, os detentores de bônus não poderiam se opor aos planos da GM, se a montadora entrar com pedido de concordata para vender ativos considerados ruins. A companhia pode entrar com pedido de concordata até a próxima segunda-feira (dia 1º) e um comitê de detentores de bônus expressou apoio à nova oferta.

O governo canadense e o Estado de Ontario também devem receber alguma participação e ações preferenciais (PN) em troca do financiamento de dívida. O documento não faz menção aos acionistas ordinários atuais, que deveriam receber originalmente 1% da "Nova GM".

A GM disse que um comitê representando os investidores institucionais apoiaram os termos da proposta. O grupo anteriormente havia dito que se oporia a tal plano. Os trabalhadores da GM estão votando sobre as mudanças do contrato, enquanto o governo alemão adiou até amanhã uma decisão sobre dar apoio à compra parcial das operações europeias da empresa. As informações são da Dow Jones.

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