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GM diz que capacidade de sobrevivência não é 100% certa

Presidente da montadora diz que está trabalhando para evitar pedido de concordata, mas admite insegurança

Danielle Chaves, da Agência Estado

12 de janeiro de 2009 | 18h00

O presidente-executivo da General Motors , Rick Wagoner, afirmou que a montadora ainda está trabalhando para evitar um pedido de concordata, mas admitiu que a capacidade de sobrevivência da companhia "não é 100%" certa. De acordo com o executivo, permanece "prudente (para a empresa) estar preparada para todas as opções".  Veja também:De olho nos sintomas da crise econômica Dicionário da crise Lições de 29Como o mundo reage à crise   Wagoner, que conversou com jornalistas durante o Salão do Automóvel de Detroit, afirmou que a companhia está resistindo a "uma série de circunstâncias extraordinárias", à medida que a desaceleração da demanda global por automóveis continua limitando as vendas e pressionando a liquidez da empresa.  Tem havido certa expectativa entre os analistas e a imprensa sobre se a GM vai precisar de mais recursos do que os US$ 13,4 bilhões que começou a receber em empréstimos do governo dos EUA. Wagoner afirmou que esses fundos são "consistentes para cobrir o cenário baixista" projetado para os próximos três meses. Depois de 31 de março, a companhia poderá ser forçada a pedir empréstimos adicionais. Wagoner disse que espera não ter de voltar a Washington regularmente para pedir mais dinheiro. A GM precisa atender diversas exigências impostas pelo Departamento do Tesouro dos EUA para o empréstimo à montadora. Wagoner disse que se encontrou com consultores na semana passada para avaliar a capacidade da companhia para sobreviver e eles estão confiantes de que "existem opções que podem funcionar em cada uma das áreas (da empresa)". As informações são da Dow Jones.

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