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GM e Chrysler sairão mais fortes da reestruturação, diz Obama

Chrysler está em concordata e a GM recebeu mais US$ 4 bilhões em recursos públicos na última sexta-feira

AE e Efe

23 de maio de 2009 | 17h59

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, disse neste sábado, 23, que General Motors (GM) e Chrysler sairão fortalecidas da crise com o plano de reestruturação montado em parceria com o governo. A Chrysler está em concordata e a GM recebeu mais US$ 4 bilhões em recursos públicos.

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Segundo o presidente, uma falência no setor automobilístico poderia levar o país a uma depressão econômica mais severa. A reestruturação, ainda de acordo com Obama, pode tornar as duas montadoras mais magras, mais agressivas e mais competitivas quando a economia norte-americana se recuperar.

Na sexta-feira, o Departamento do Tesouro dos EUA injetou mais US$ 4 bilhões na GM, elevando o total de recursos públicos passados à montadora a mais de US$ 19 bilhões. A GM tem até 1º de junho para apresentar um plano de reestruturação que garanta sua viabilidade, mas o presidente da empresa, Fritz Henderson, disse na semana passada que dificilmente isso vai acontecer. A Chrysler, por sua vez, pediu concordata em 30 de abril.

"Minha esperança é a de que veremos tanto a GM como a Chrysler emergirem desse processo de reestruturação mais magras, mais agressivas e mais competitivas, com linhas de produtos que tenham apelo junto aos consumidores, carros bons, que sejam eficientes em gasto de combustível e que estejam voltados para os mercados de amanhã", disse o presidente.

Para Obama, "estamos olhando para um mercado substancial, que estará disponível para as montadoras norte-americanas se eles tomarem as decisões certas agora e se elas construírem os tipos de carros econômicos e de alto desempenho pelos quais os consumidores estão famintos. Acho que a GM e a Chrysler podem fazer isso".

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