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GM planeja produzir carro de US$ 4 mil na Ásia

A General Motors está de olho no mercado de carros de custos super baixos e planeja produzir um modelo de US$ 4 mil na Ásia. O segmento está atraindo cada vez mais os fabricantes de automóveis que buscam manter o bom momento de vendas nos mercados em desenvolvimento, depois de sofrerem fortes quedas registradas nos Estados Unidos e países europeus.

AE-DJ, Agencia Estado

16 de agosto de 2009 | 13h49

"Quando a Tata Motor lançou seu modelo Nano de US$ 2.500 na Índia atraiu o foco de muitas fabricantes", disse Nick Reilly, vice-presidente recém-empossado da GM. A Tata começou a vender o anunciado Nano para o mercado indiano em julho, com preço base de US$ 3.000. Os executivos agora falam em vender versões do carro para os Estados Unidos, Europa e países emergentes nos próximos dois ou três anos.

"Não fabricaremos carros tão baratos porque este é um modelo específico para um mercado específico que tem padrões diferentes para as emissões de gás e especificações do que aqueles dos Estados Unidos e do Brasil", afirmou Reilly, em um encontro com jornalistas no Brasil, terceiro maior mercado em vendas, depois da China e dos Estados Unidos. "Estamos de olho em veículos de custo mais baixo, mas não sabemos ainda onde ele será fabricado ou quando começará a ser comercializado, apenas que não deve ser na Ásia", afirma.

A GM já fabrica minivans em parceria com empresas chinesas, que planeja ampliar a gama de produtos e planeja exportar. Cerca de dois terços das vendas da montadora norte-americana foram para mercados fora da América do Norte no primeiro semestre deste ano. "Estamos nos acostumando às parcerias e a indústria como um todo terá formação de mais parcerias em 2009", disse Reilly, ao ressaltar que a GM não está procurando parceiros em grandes mercados, como a Índia. A GM já tem joint ventures pela Ásia e está próxima de fechar parceria com uma empresa para adquirir participação majoritária na Opel/Vauxhall.

O mercado latino-americano representa um alívio para a GM, onde ela venda mais carros que na Alemanha e no Reino Unido - dois grandes mercados europeus. Além disso, a empresa tem grande participação no mercado, atrás apenas da marca registrada nos EUA.

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