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GM/Chrysler não devem fechar portas, diz economista

Duas montadoras vão apresentar plano para que possam receber US$ 13,4 bi do governo dos EUA

Luciana Xavier e Patricia Lara, da Agência Estado

16 de fevereiro de 2009 | 14h38

Embora amanhã seja um dia importante para duas das três maiores montadoras americanas, a General Motors (GM) e a Chrysler, isso não significa que seja um dia "D" e que ambas corram o risco de fechar as portas após esta terça-feira, disse nesta segunda-feira, 16, o economista-sênior para assuntos globais do Experian em Londres, Matthew Sherwood, em entrevista ao AE Broadcast Ao Vivo.   Veja também:   Bolsas asiáticas fecham em quedaDe olho nos sintomas da crise econômica  Dicionário da crise  Lições de 29 Como o mundo reage à crise    As duas montadoras se preparam para apresentar amanhã um plano de reestruturação de suas empresas a pedido do presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, para que possam receber US$ 13,4 bilhões em empréstimos do governo. A Ford, a outra grande montadora do país, está fora desse plano de ajuda.   "O problema nos Estados Unidos é que após o resgate dos bancos, ficou difícil dizer não às companhias automotivas, que empregam tantas pessoas no país. A Casa Branca quer formar um time de ajuda junto às montadoras e não acho que necessariamente depois do dia de amanhã uma deles irá fechar as portas. Mas o que parece há muito tempo é que as "três grandes" poderão se tornar as "duas grandes" ou a "uma grande"", explicou Sherwood.   De acordo com Sherwood, esse esforço em ajudar a montadora é visto hoje em todo mundo. "Não se trata de uma crise somente na GM, na Chrysler ou mesmo na Ford, embora essa ainda não tenha pego Federal Funds. Trata-se de uma crise automotiva mundial. E países ao redor do globo estão tentando ajudar suas indústrias automobilísticas", disse.

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