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Gol: estréia satisfatória, mas abaixo da média

Em seu primeiro dia de operação, a Gol Transportes Aéreos registrou uma taxa de ocupação média de 30% em seus quatro aviões. O índice foi considerado satisfatório pelo presidente da empresa, Constantino de Oliveira Júnior, mas ainda longe da média do mercado da aviação comercial doméstica, que hoje estaria em torno de 60%, de acordo com Oliveira. Sua meta é chegar a 58% de ocupação até maio, quando já estará operando com seis aviões, todos Boeing 737-700. E, em outubro, com 10 aviões. "O crescimento da procura tem sido gradual e o nosso alvo é o executivo, que atualmente está em férias", afirma. Seu otimismo baseia-se nas 14 mil ligações recebidas pela empresa, que resultaram num índice de vendas de quatro chamadas para um negócio.Ele também ressalta o excelente nível de vendas pela Internet, que tiveram participação de 25% no total. "Já temos alguns vôos lotados até o carnaval, principalmente para Salvador. Estamos vendendo bem também na rota São Paulo-Rio de Janeiro", disse. Amanhã começam a operar mais dois Boeings 737-700, com a inclusão de Porto Alegre e Florianópolis na malha. Sexta-feira será a vez de Belo Horizonte. Impedimento de pousoOliveira informou que o Sindicato Nacional das Empresas Aéreas (Snea) está tentando impedir a operação da Gol nos aeroportos de Congonhas (SP) e Santos Dumont (RJ). "Existe uma tentativa de reserva de mercado em relação a esses aeroportos", afirma. Mas, segundo ele, a companhia não corre riscos. A companhia não tem parcerias com outras empresas para endosso de bilhetes em caso de atrasos em seus vôos. "Se houver alguma interrupção, teremos que comprar passagens em outras empresas", declara o executivo.

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