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Gol nega ter sido convidada para a fusão de empresas aéreas

A Gol não está negociando com o governo federal a sua entrada no acordo que poderá levar à fusão entre a Varig e a TAM. A companhia se disse "perplexa" com a notícia de que seria convidada a integrar uma nova empresa unindo as quatro maiores companhias do Brasil, incluindo a Vasp. O presidente da Gol, Constantino Oliveira Júnior, continua observando com atenção os movimentos da TAM e da Varig, mas sem participação direta no caso. No mês passado, Constantino afirmou que costuma se informar sobre o processo de fusão apenas pelos jornais. Segundo ele, a situação financeira da empresa é confortável e ela poderia ou não usar recursos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), caso o banco libere crédito para a aviação. "O que queremos é igualdade de tratamento em relação às demais empresas", disse Constantino.A Gol teve lucro líquido em 2002 e desde o início do ano tem um sócio americano, o grupo AIG. Ela cravou o mês passado com fatia de 19,56% do mercado doméstico, aumentando a sua distância em relação à Vasp, que teve 12,45% do mercado. A Gol decidiu congelar por algum tempo seus planos de expansão, principalmente por causa da decisão do Comando da Aeronáutica de diminuir a oferta de vôos no transporte doméstico. O objetivo é adequar a oferta à demanda que caiu 2,4% em abril, em relação ao mesmo mês de 2002.

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