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Gol quer menos comissários por voo

Como forma de cortar custos, a Gol elaborou um programa de treinamento para conseguir voar em seus Boeing 737-700 com três comissários - um a menos que a configuração atual, segundo documento interno da empresa, datado de novembro de 2011, ao qual o Estado teve acesso.

O Estado de S.Paulo

26 de março de 2012 | 03h05

Das 120 aeronaves da companhia, 43 são Boeing 737-700, com capacidade para transportar 144 passageiros. Hoje, a Gol tem mil 3,6 comissários.

A redução do número de comissários por voo é possível após uma mudança no regimento do setor feita em março de 2010 pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), que segue uma norma americana.

Antes, o número mínimo de comissários por voo era definido pela quantidade de portas de emergência. Agora, a definição é pelo número de passageiros. Assim, aviões com menos de 150 assentos podem ter três comissários, mesmo que tenham quatro portas.

As empresas que voavam com quatro comissários em aeronaves de até 150 lugares precisam da autorização da Anac para alterar a configuração. A agência disse que foi procurada para tratar da questão pela Gol, pela TAM, Avianca e Webjet, mas não confirmou se todas elas já foram certificadas e quais já fizeram a alteração.

A Gol - que anunciou recentemente um programa de licenças não remuneradas para pilotos e abriu programa de demissões voluntárias - preferiu não comentar o assunto.

HOTÉIS BUTIQUE

Concorrência para o Fasano

Há anos sozinhos no segmento de hotéis butique em São Paulo, Fasano e Emiliano podem ganhar um rival internacional. A marca Dream, da Wyndham, maior grupo hoteleiro mundial, está em negociações com empreendedores locais para abrir uma unidade na capital paulista - hoje, a operação se resume a um único hotel em Nova York. Parceiros para fornecimento de refeições em São Paulo já estariam acertados. Seria um novo nicho para o Wyndham, que aumentou sua presença no País com bandeiras mais comerciais, como a Ramada.

RESSEGUROS

A resseguradora do Vinci

A Austral RE - resseguradora do Grupo Vinci, comandado por Gilberto Sayão - conseguiu fechar seu primeiro ano de atuação com lucro líquido de R$ 3,5 milhões. A empresa assinou contratos com mais de 20 seguradoras nacionais e multinacionais, em setores como automóveis, transportes, saúde e linhas financeiras. A companhia acumula R$ 101,6 milhões de patrimônio líquido e R$ 58 milhões em prêmios emitidos.

CRÉDITO ESTUDANTIL

Ideal Invest que ter R$ 1 bi

A Ideal Invest, especializada em crédito estudantil, planeja somar R$ 1 bilhão em carteira em cinco anos. Se conseguir, multiplicará por quatro a carteira atual. Hoje, reúne R$ 250 milhões em empréstimos para 20 mil estudantes pela linha "Pravaler". Os recursos vêm de fundos de direitos creditórios (FDIC). A última captação recebeu aportes de fundos de pensão.

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