Goldman Sachs restringe compensações a funcionários mesmo com alta da receita

Os altos executivos do Goldman Sachs estão determinados a manter os custos de compensação sob controle e isso significa que, mesmo quando a receita do banco sobe, os bônus dos funcionários não.

REUTERS

17 de outubro de 2014 | 10h59

Na quinta-feira, o Goldman registrou um aumento de 25 por cento na receita trimestral, mas o dinheiro que reservou para compensação e benefícios aumentou apenas 18 por cento em relação ao mesmo período do ano anterior.

A quantidade de recursos que reservou para a compensação está mais ou menos inalterada, assim como a remuneração média por empregado, em torno de 320 mil dólares para os primeiros nove meses do ano.

Fontes familiarizadas com o assunto dentro do Goldman Sachs descreveram a contenção como um sinal da mudança de mentalidade sobre os bônus do banco, que quer controlar firmemente a compensação, mesmo que tenha bons trimestres com grandes ganhos de receita. Isso se traduz em maiores lucros para o banco, e mais dinheiro para os acionistas.

Especialistas em remuneração dizem que mudanças similares estão acontecendo em Wall Street.

(Por Lauren Tara LaCapra)

Tudo o que sabemos sobre:
BANCOSGOLDMANCOMPENSACAO*

Encontrou algum erro? Entre em contato

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.