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A ‘Avenida de Reconhecimento de Marca’ é um dos espaços da cidade virtual do sito do Google Temporada Black Friday. Google

Google lança site com ‘cidade virtual’ para ajudar empresas na Black Friday

Nova plataforma, voltada para lojistas, apresenta soluções de marketing e dicas para melhorar a experiência de compra

Luciana Lino, especial para o Estado

06 de novembro de 2020 | 12h45

O Google lançou, na quarta-feira, 4, o site Temporada Black Friday, para ajudar empresas a se prepararem para data de descontos, no próximo dia 27. O conteúdo já havia sido apresentado para clientes da gigante da tecnologia no início de outubro. 

No site, o Google apresenta a ‘Cidade Black Friday’, uma experiência imersiva na qual o usuário pode navegar por espaços virtuais que representam os objetivos de marketing para a data. “Com a cidade, conseguimos significar cada área com um objetivo de negócio diferente e, assim, demonstrar que o Google tem soluções adequadas para todos esses objetivos”, explica o head de negócios para Varejo do Google Brasil, José Melchert.

A plataforma também traz palestras com executivos sobre os desafios e tendências para a Black Friday 2020 e vídeos que abordam conceitos e ideias de varejo, bens de consumo e tomada de decisão durante a data comercial. 

Nova relação com o digital

Para Melchert, a Black Friday deste ano se destaca das demais devido à “nova relação com o digital, somada às mudanças de comportamento e o cenário atual”. Para ele, as marcas e varejistas devem aproveitar a data para lançar produtos e serviços diferenciados, a fim de conquistar novos clientes e de estabelecer canais de comunicação mais rápidos. 

 

Apesar do foco no digital, os conteúdos no site valem para os varejistas online e para as lojas físicas. “Sabemos da relevância dos dois canais para os consumidores e as soluções do Google ajudam ambos a impulsionar os seus negócios”, diz Melchert. 

O conceito lúdico de cidade virtual é o grande diferencial da plataforma. Com o uso do mouse ou do teclado, o usuário pode navegar por diferentes locais e ter acesso a conteúdos, vídeos e dados sobre soluções de marketing, tendências e experiências de compra dos consumidores para a Black Friday. 

Cada tópico de marketing e vendas está atrelado a um estabelecimento diferente. Dentre os lugares representados há a ‘Biblioteca de Leads’, que simula o espaço de uma biblioteca física; a ‘Avenida do Reconhecimento de Marca’, que lembra a Times Square, em Nova York; e um cinema, cujos ‘destaques’ são as palestras com executivos do Google e do mercado brasileiro.

O usuário pode fazer até 40 interações com o mapa da cidade e aprimorar sua experiência com o volume ligado, pois a plataforma reproduz os sons característicos de uma cidade grande. 

A ‘Avenida de Reconhecimento de Marca’ é um dos espaços da cidade virtual do Temporada Black Friday e pode ser explorada pelo usuário. 

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Reclame Aqui lança plataforma para ajudar nas compras online durante a Black Friday

Além de reunir informações sobre a reputação das empresas, o site Confie Aqui compara preços dos produtos e o valor do frete

Luciana Lino, especial para O Estado

06 de novembro de 2020 | 12h31

A menos de um mês da Black Friday, no próximo dia 27, o site Reclame Aqui lançou a plataforma Confie Aqui, que vai reunir informações sobre a reputação de mais de 1.500 lojas online, monitorar preços e comparar preços de produtos e consultar o valor do frete cobrado pelas empresas. 

Segundo o CEO do Reclame Aqui, Edu Neves, o objetivo do Confie Aqui é ser um assistente de compras do consumidor. “A plataforma não vai abarcar só as questões de preço, mas todos os aspectos que possam gerar risco na escolha da oferta”, diz.

A plataforma, que já era idealizada há mais de 10 anos, foi lançada intencionalmente próxima à Black Friday e ao Natal porque as datas concentram grande parte do movimento das vendas do varejo. 

Neves reforça que a confiança do consumidor é ponto-chave para as vendas na Black Friday. Em 2019, por exemplo, o Reclame Aqui recebeu 8.830 reclamações referentes à data. “Nessa época, há um aumento no número de envio de e-mails que facilitam o phishing (roubo de dados confidenciais na internet) e golpes de aquisição de usuário. (...) É um momento no qual a confiança pesa muito”. 

Mas o Confie Aqui não é voltado apenas para os consumidores. Segundo Neves, os lojistas também podem se beneficiar da sua finalidade. “As empresas que têm foco no cliente, informações transparentes e boa reputação no Reclame Aqui serão automaticamente favorecidas no sistema”, diz. 

Multiplataforma

A plataforma está disponível na web e será lançada em aplicativo. O usuário também tem a possibilidade de usar seu cadastro do Reclame Aqui para ter acesso à plataforma.

O consumidor pode procurar diretamente pelo produto de interesse e a plataforma faz a busca por lojas e indica a reputação de cada uma, de acordo com os índices públicos do Reclame Aqui, e a variedade de preços. O usuário também pode criar alertas, acrescentar o CEP de entrega, verificar o valor do frete e consultar um gráfico com o histórico de preços daquele produto nos últimos 6 meses. 

Se o usuário encontrar um preço desatualizado na plataforma, Neves aconselha o uso do aplicativo ou da extensão para navegador, que alertam rapidamente sobre possíveis alterações.

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Black Friday 2020: smartphone é produto mais buscado por consumidores

Segundo levantamento do Promobit, os aparelhos celulares apresentam 22% das intenções de compra e a projeção é que tenham desconto em torno de 27%

Luciana Lino, especial para o Estado,

30 de outubro de 2020 | 15h28

O smartphone é o produto mais buscado pelos consumidores interessados em comprar na Black Friday 2020, segundo levantamento realizado pela plataforma de descontos Promobit. O aparelho representa 22% das intenções de compra de 1.500 entrevistados. Em seguida, aparecem outros eletrônicos, como televisão (14,4%) e notebook (6,6%).

Com base nos descontos médios da Black Friday de 2019, os preços dos smartphones podem cair em torno de 27% na data este ano. Se a intenção for comprar um iPhone, o desconto passa para 20%, em média.

Demais eletrônicos e acessórios que também aparecem na lista dos produtos mais desejados pelos consumidores, como o PlayStation 4 e fones de ouvido, apresentam projeções de ofertas mais vantajosas: 45% e 36%, respectivamente. 

Para o coordenador do curso de Economia da FGV EESP, Joelson Sampaio, a disparidade entre os dados está associada ao conceito de elasticidade. “Para os consumidores, o smartphone é um item de necessidade maior do que um videogame ou um fone de ouvido. Então, para esses produtos chamarem mais atenção e conseguirem alavancar as vendas, é necessário oferecer um desconto maior”, explica.

O valor é outro motivo que pode explicar a diferença entre as projeções. “Quanto maior o valor do item, menor o porcentual de desconto, porque, em termos absolutos, o desconto se torna maior conforme aumenta o valor do produto”, diz Sampaio. 

Entre os produtos mais desejados e listados pelo Promobit, o único não eletrônico é a cadeira, que representa a maior projeção de desconto da lista: 52%. Para o head de conteúdo da plataforma, Willian Oliveira, o aumento no interesse pelo objeto pode ser explicado pela maior procura pelas cadeiras gamer, voltadas para quem passa muito tempo jogando no computador. 

Produtos mais desejados e sua projeção de desconto, segundo o Promobit

  • Smartphone - 27%
  • TV - 20%
  • Notebook - 22%
  • Placa de vídeo - 23%
  • Máquina de lavar - 22%
  • Fone de ouvido - 36%
  • PS4 - 45%
  • Monitor - 32%
  • Geladeira - 20%
  • Cadeira - 52%

Queima de estoque

Entre os produtos eletrônicos, a maior projeção de ofertas pode estar relacionada também a uma questão de estratégia mercadológica. A Sony, fabricante do PlayStation 4, lançará o sucessor do videogame, o PlayStation 5, no dia 19 de novembro. Possivelmente, isso pode explicar a tendência de grandes descontos para o PS4 na Black Friday. 

Um caso semelhante aconteceu na Black Friday do ano passado. Segundo o Promobit, o preço do aparelho Samsung Galaxy A30 saiu de R$ 1.499 para R$ 879, o que representa um desconto de 47%. Em março deste ano, a empresa divulgou o modelo sucessor, o Galaxy A31, lançado no Brasil no fim de abril.

“As fabricantes sempre vão lançar linhas novas. Uma forma de retirar ou de reduzir uma linha de produtos é por meio da queima de estoque”, diz Sampaio.

Desafios para o e-commerce

Os preços não são os únicos fatores decisivos de compra na Black Friday, de acordo com a pesquisa do Promobit. Pontos como frete, reputação da loja, condições de pagamento e prazo de entrega também foram citados pelos entrevistados. 

Esses elementos podem representar um desafio para as varejistas, que vão lidar com uma Black Friday muito mais virtual do que as anteriores, devido à pandemia da covid-19. De acordo com a consultoria Ebit Nielsen, a expectativa é de aumento de 27% no faturamento do e-commerce em relação à campanha de 2019. 

Para o cofundador do Promobit, Fabio Carneiro, outro entrave que pode ser enfrentado pelas lojas é a experiência do usuário. “Alguns consumidores podem encontrar dificuldades para comprar no site, que envolve não só a parte de interface, mas especialmente a questão de infraestrutura, quando o site não comporta o tráfego que está recebendo”, explica. 

Carneiro também aposta que um dos principais desafios da Black Friday 2020 será a logística. “Neste ano, tivemos um aumento muito grande no volume de pessoas comprando pela internet. No início da pandemia, o varejo sofreu muito com a questão de entrega e de gestão de estoque, e acredito que isso também possa acontecer na Black Friday”, diz. 

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Sob efeito da pandemia, Black Friday 2020 deve crescer nas vendas online

Expectativa é de aumento de 27% no faturamento do e-commerce, segundo a consultoria Ebit Nielsen; uma das principais datas para o comércio brasileiro, o dia de descontos será em 27 de novembro 

Luciana Lino, especial para o Estado, O Estado de S.Paulo

27 de outubro de 2020 | 11h01

No dia 27 de novembro será realizada a edição de 2020 da Black Friday, um dos principais eventos no calendário do varejo físico e do comércio eletrônico do Brasil. A expectativa para a data é de aumento nas vendas principalmente no e-commerce

De acordo com levantamentos realizados pela Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm) e pela consultoria Ebit/Nielsen, o faturamento da Black Friday 2020 será maior do que no ano passado, quando bateu recorde nas vendas online. Dentre os motivos que explicam o crescimento, o principal deles é unânime: o isolamento provocado pela pandemia de covid-19, que já preparou o consumidor para as compras virtuais. 

Segundo pesquisa da ABComm, em parceria com o Neotrust-Compre&Confie, a estimativa para o evento deste ano é de crescimento de 77% nas vendas em relação a 2019, atingindo a marca de R$ 6,9 bilhões. A previsão considera o período que vai da quinta anterior até segunda-feira pós-Black Friday. 

Para a Ebit Nielsen, a projeção é de alta de 27% nas vendas na comparação com o ano anterior. Os cálculos consideram as vendas efetuadas entre a quinta anterior e a sexta-feira. 

Em 2019, a campanha também trouxe resultados positivos para as lojas online. Segundo a ABComm, entre a quinta e a segunda-feira pós-Black Friday, o e-commerce cresceu 18% em relação ao mesmo período de 2018, chegando a R$ 3,45 bilhões em faturamento. Segundo pesquisa da Ebit/Nielsen, o varejo online faturou  em 2019 R$ 3,2 bilhões entre quinta e sexta, representando um aumento de 23,6% em relação ao ano anterior. 

Além da pandemia, há outros motivos que explicam as boas expectativas para o setor. “A entrada de novos consumidores no e-commerce foi alta durante o primeiro semestre, são pessoas que já estão comprando no ambiente virtual”, diz a líder da Ebit/Nielsen, Júlia Ávila. 

Ainda de acordo com a consultoria, outros fatores que favorecem a movimentação do comércio online este ano são a redução da taxa de juros, a recuperação da confiança do consumidor, a criação de contas digitais para o pagamento do auxílio emergencial e a maior confiança nas promoções divulgadas pelas empresas para a data. 

Para o vice-presidente da ABComm, Rodrigo Bandeira, o home office também ajuda a impulsionar o e-commerce. “Muitas pessoas ainda estão trabalhando de casa, estão mais tempo conectadas e expostas a ofertas online”, diz. 

Apesar da alta estimada para 2020, há fatores, também relacionados à pandemia, que impedem previsões mais otimistas, como a redução do valor do auxílio emergencial, segundo Júlia. Bandeira destaca que a insegurança com o futuro da economia também pode frear o consumo na data. 

A Federação do Comércio de São Paulo (FecomercioSP) prevê aumento de até 3% nas vendas do comércio varejista no mês de novembro em relação ao mesmo período de 2019 sob impacto da Black Friday. Para a data específica, a expectativa é que a demanda por eletroeletrônicos tenha um desempenho melhor do que o do ano passado.

A origem da Black Friday

A origem do termo Black Friday (Sexta-feira Negra, em tradução livre) não é exata, mas não está relacionada à venda de escravos, hipótese que ganhou força nas redes sociais no ano passado. 

Há teorias que indicam que a expressão surgiu no final do século 19, em referência a um colapso da “corrida do ouro” na Bolsa de Valores norte-americana. A palavra “negra” é erroneamente utilizada na história para descrever algum evento tido como negativo.

Outra teoria que explica o termo é seu suposto uso por policiais da Filadélfia, nos anos 1960, que descreviam como “Black Friday” a data que sucede o Dia de Ação de Graças. Na ocasião, o trânsito da cidade ficava congestionado devido ao fim do feriado e os lojistas teriam aproveitado a lentidão dos veículos para expor descontos promocionais nas fachadas das lojas, com o intuito de atrair compradores. Essa origem foi descrita pelo repórter do jornal diário Philadelphia Bulletin, Joseph P. Barrett, em um artigo de 1994.

Apesar das teorias, o que se sabe é que, em relação ao período de compras, o termo ganhou popularidade nos Estados Unidos durante a década de 1990, sobretudo com o surgimento do e-commerce. Na data, diversas marcas oferecem grandes descontos para os consumidores, iniciando a temporada de compras para o Natal.

Black Friday no Brasil

A campanha chegou ao Brasil por meio do site Busca Descontos, em 2011, focado inicialmente nas promoções pela internet. O Busca Descontos surgiu em 2010 como um site de promoções via cupons e, desde então, é um dos líderes em ofertas no e-commerce. Além da Black Friday, o site promove o Cyber Monday, Brasil Day, Boxing Week, Mega Saldão e Dia do Frete Grátis - todos eventos importantes para o comércio eletrônico.

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Para evitar aglomeração, Via Varejo anuncia Black Friday antecipada

Dona das redes Casas Bahia e Pontofrio começa a temporada de ofertas nesta sexta-feira

Luciana Lino, Especial para o Estadão

23 de outubro de 2020 | 16h40

A Black Friday deste ano está marcada para o dia 27 de novembro. Porém, a Via Varejo - dona das Casas Bahia e do Pontofrio - começa nesta sexta-feira, 23, a sua temporada de ofertas, que se estenderá por 40 dias. O objetivo é evitar aglomeração nas lojas por causa da da pandemia de covid-19

De acordo com a diretora de Marketing e Comunicação da Via Varejo, Ilca Sierra, não haverá flutuação de preços até o fim da campanha. As promoções já podem ser vistas nas lojas físicas, nos sites e nos aplicativos das marcas. 

No online, destacam-se alternativas como entregas rápidas e frete grátis nas compras pelo aplicativo nos itens selecionados (exceto para a Região Norte).

As campanhas da Casas Bahia e do Pontofrio serão veiculadas na televisão desta sexta e foram desenvolvidas pela agência VMLY&R em parceria com o marketing da Via Varejo e o YouTube Brasil.

 

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Buscas no Google por campeões de venda da Black Friday já superam marcas de 2019

Para executiva do buscador, dados mostram que consumidor está mais cauteloso e pesquisando os melhores preços com antecedência

Talita Nascimento, O Estado de S.Paulo

06 de outubro de 2020 | 11h52

Em 2019, a semana da Black Friday foi o pico de buscas no Google para 72% das macro categorias do varejo. Neste ano, entre os dias 26 de agosto e 22 de setembro, 19 das 29 categorias analisadas pelo Google já registraram um volume de buscas que supera a Black Friday de 2019. Categorias como móveis e decoração - que estavam no pico de aumento de buscas da sexta-feira de ofertas no ano passado - estão 22% e 51% acima do registrado na última edição do evento. Alimentos e bebidas, que não registravam picos durante a Black Friday, estão hoje num novo patamar de buscas, 40% e 23% acima da data de promoções de 2019. 

Para a diretora de negócios para o Varejo do Google Brasil, Gleidys Salvanha, esse crescimento não significa que as compras para a Black Friday estejam antecipadas, o que minguaria a data. Pelo contrário, os indícios são de uma Black Friday histórica. “A data tem acontecido há mais tempo e o consumidor tem ficado mais maduro. Olhando o patamar a que as buscas chegaram, não faz sentido cair”, diz.

O maior volume de compras online e buscas esperados para a Black Friday deste ano, porém, vem mais da evolução do e-commerce, do que de um momento de confiança do consumidor. “Pelo que vimos, essa data será de um consumidor mais cauteloso”, afirma Gleidys. Isso porque o consumidor está focado em preços baixos e pesquisando com antecedência.

Segundo os dados do Google, a pandemia aumentou o interesse por promoções. A partir de abril, as buscas no Google relacionadas ao tema subiram e cresceram 38% entre abril e julho de 2020 ante o mesmo período no ano passado, enquanto entre janeiro e março, as buscas por promoções estavam 28% menores que no primeiro trimestre de 2019. O volume de buscas pelo termo "cupom" é 35 vezes maior que por "cashback", mas o interesse por termos relacionados a cashback cresce em um ritmo mais acelerado: 74% ano a ano; enquanto a procura por cupom avança 30% ano a ano.

Outra tendência acelerada pela pandemia foi o aumento expressivo do interesse por "frete grátis" no buscador. Em julho deste ano, o tema já era 118% maior do que no mês da Black Friday de 2019. O "frete expresso" também ganhou relevância no período e, segundo o Google, terá um papel importante na temporada e principalmente no Natal, em razão das compras de última hora. Aliás, essa pressa faz o consumidor optar por estratégias multicanais, como o "clique & retire".

De olho no movimento, a Google vai permitir que varejistas e marcas exibam seus produtos gratuitamente na aba do Google Shopping. Em abril, a empresa anunciou a listagem gratuita de produtos no Google Shopping nos Estados Unidos. A partir da segunda quinzena de outubro, a novidade estará disponível no Brasil.

Isso significa que quando um consumidor procurar um produto específico, como uma peça de roupa, os resultados da busca exibidos na aba Google Shopping serão, em sua maioria, listagens gratuitas. A empresa diz que a intenção com o benefício não é, ao menos no momento, crescer como um marketplace, já que o processo de compra e pagamento seria direcionado para o site do varejista. 

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