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Governo aposta em parceira para concluir usina nuclear

A Eletrobrás espera ter capital privado francês numa nova empresa que pretende criar para concluir a construção da usina nuclear de Angra 3. Segundo o presidente da estatal, Luiz Pinguelli Rosa, a idéia é que a nova empresa invista os US$ 1,8 bilhão que falta para terminar a usina e, em troca, ficaria com a receita da energia gerada por um período longo, de, por exemplo, 20 anos. "O reator nuclear tem de ser federal por força da Constituição, mas a energia pode ser privada", disse.O reator da usina foi comprado há mais de 20 anos da multinacional alemã Siemens, que vendeu a empresa da área de energia nuclear para a Framatome, de capital francês. Atualmente, a Framatome está negociando com a seguradora francesa Coface para que ela apresente garantias para o Société Generale financiar exportações francesas de bens e serviços importados para a construção de Angra 3.É no interesse demonstrado pela Frametome em viabilizar a usina que se fundamenta a expectativa de Pinguelli. A Eletrobrás entraria como uma ?sócia menor? na empresa, que seria privada. ?Nesse caso sou privatista?, disse. O presidente da Eletrobrás esclareceu que não está propondo a privatização de Angra III, mas uma parceria público-privada.

Agencia Estado,

19 de setembro de 2003 | 19h35

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