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Governo busca novo critério para medir risco de apagão

O governo quer rever o conceito de "risco de déficit" na oferta de energia. Na avaliação de um técnico oficial há uma confusão entre o conceito de "risco de déficit" e "racionamento de energia", o que acaba trazendo distorções aos debates sobre o setor. "Você pode ter risco de déficit sem que isso leve a um racionamento de energia. São questões diferentes", argumenta o técnico. Além disso, o Brasil consolidou investimentos que deram mais flexibilidade na administração da oferta, especialmente a geração térmica a partir do gás natural, e a forte expansão das linhas de transmissão. Atualmente o País tem potência de 20.000 MW em usinas térmicas e o sistema interligado permite aproveitar as águas dos reservatórios por meio de transferência entre os submercados (Sudeste, Sul, Norte e Nordeste). Com isso, fica mais fácil evitar racionamentos, como em 2001 e 2002.O País está dependendo cada vez mais das térmicas a gás natural. Sem essas usinas, o País corre risco de ter déficit acima dos níveis tolerados pelo governo já a partir de 2008.

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