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Governo deve enviar lista com 300 fazendas na segunda

A partir da lista, os veterinários europeus escolherão, no máximo, 30 fazendas que começarão a ser vistoriadas

Fabíola Salvador, da Agência Estado,

20 de fevereiro de 2008 | 15h58

Apesar do tom sigiloso que envolve a nova lista de fazendas aptas a exportar para a União Européia (UE), aparentemente o governo bateu o martelo e decidiu apresentar na segunda-feira, dia 25, aos europeus o nome de 300 propriedades localizadas nos Estados de Goiás, Santa Catarina, Rio Grande do Sul e parte de Mato Grosso. A partir da lista, os veterinários europeus escolherão, no máximo, 30 fazendas que começarão a ser vistoriadas já na próxima semana.  Veja também: 'A cadeia produtiva da carne precisa fazer a sua parte' Da lista não constam fazendas localizadas no Espírito Santo e Minas Gerais, Estados que também fazem parte da área habilitada para fornecimento de animais para frigoríficos que vendem para o bloco. O Ministério da Agricultura não confirma a lista de 300 fazendas e nem que os dois Estados estarão de fora do bloco. Fontes comentaram, no entanto, que a pressão dos Estados pode resultar em modificações até a data da reunião com os europeus.  Entenda o caso A apresentação de uma lista de 300 propriedades atende ao pedido das autoridades européias. Uma primeira lista de 2.681 fazendas foi apresentada em janeiro em Bruxelas, mas os países do bloco não aceitaram a relação. A apresentação de uma lista muito maior do que o esperado levou a UE a suspender as importações de carne do Brasil a partir do dia 1º de fevereiro. Uma segunda lista, apresentada na semana passada em Bruxelas, trazia cerca de 520 propriedades. A visita dos veterinários europeus foi tema de reunião realizada nesta quarta-feira, em Brasília, entre governo e representantes da iniciativa privada. Após reunião do Fórum Nacional Permanente de Pecuária de Corte da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), representantes do governo não deram declarações à imprensa.  Apesar das declarações de que a reunião foi positiva, representantes da iniciativa privada defenderam que o governo defina "claramente" os papéis de cada elo da cadeia produtiva da carne. Representantes da iniciativa privada disseram que aceita dividir responsabilidades, desde que o governo exerça seu papel fiscalizador.

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