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Governo diz não poder abrir mão de multa do FGTS

O líder do PMDB na Câmara dos Deputados, deputado Eduardo Cunha (RJ), revelou que no encontro da tarde desta segunda-feira, 9, com a presidente Dilma Rousseff o governo fez um discurso positivo da situação econômica do País em agosto e reiterou a importância de manter o veto presidencial ao projeto que acaba com a multa adicional de 10% do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para demissões sem justa causa. Segundo o peemedebista, o governo ressaltou que não pode abrir mão dos recursos da multa.

DAIENE CARDOSO, Agencia Estado

09 de setembro de 2013 | 21h09

Cunha disse a jornalistas que o Planalto deve apresentar até a próxima semana, quando haverá sessão do Congresso para apreciar os vetos presidenciais, uma proposta alternativa para o FGTS baseada no seu projeto. No texto apresentado pelo peemedebista, a contribuição adicional é mantida e o trabalhador pode resgatar os recursos em sua aposentadoria. "O governo vai encampar minha proposta", avaliou.

Já o líder do PP, Arthur Lira (AL) destacou o governo insistiu que os recursos da multa são necessários para o programa Minha Casa, Minha Vida. "É um prejuízo de quase R$ 7 bilhões", ponderou.

O líder do PMDB afirmou que o governo também se opôs ao projeto que trata da utilização de 10% da receita da União para Saúde e alegou que não há recursos para bancar a proposta. "O governo não pode criar gastos", disse.

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