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Dan Kawa: Separar o ruído do sinal é a única forma de investir corretamente daqui para a frente

Governo dos EUA pode ter participação de até 40% do Citi--WSJ

O governo norte-americano pode acabar detendo até 40 por cento das ações ordinárias do Citigroup, noticiou o Wall Street Journal em seu site, citando fontes familiarizadas com os planos. Mas executivos do Citigroup têm esperança de que as conversações com autoridades federais resultem em uma participação de cerca de 25 por cento, segundo o Wall Street Journal. O banco está discutindo com autoridades norte-americanas um cenário no qual uma parcela substancial dos 45 bilhões de dólares em ações preferenciais detidas pelo governo norte-americano, representando uma participação de 7,8 por cento no Citigroup, seriam convertidos em ações ordinárias, informou o jornal. Os futuros de ações norte-americanas passaram a território positivo e os Treasuries caíram depois da notícia. Um porta-voz do Citigroup em Hong Kong se negou a comentar a notícia. Executivos do Citigroup também esperam persuadir investidores privados que têm comprado ações preferenciais --incluindo a Autoridade de Investimento de Abu Dhabi e a Autoridade de Investimento do Kuweit-- a converter suas ações preferenciais em ações ordinárias, segundo o WSJ. Em uma outra notícia, o Financial Times afirmou que o Citigroup está pressionado o governo norte-americano a concordar com uma nova injeção de capital que aumentaria sua participação no banco para cerca de 40 por cento. O Financial Times noticiou que executivos do Citi esperam uma decisão sobre o futuro do banco nas próximas semanas, mas alertaram que isso precisará ocorrer rapidamente se as ações do Citi caírem novamente nos próximos dias. O Citi também pode tentar levantar recursos em uma nova oferta pública de ações, segundo o FT. Isso visaria deixar a participação do governo a não mais que 40 por cento ou, pelo menos, abaixo de 50 por cento, informou o jornal citando pessoas familiarizadas com a situação. As ações do Citi caíram 71 por cento até agora neste ano. (Reportagem de Rafael Nam; reportagem adicional de Megan Davies, in New York)

REUTERS

23 de fevereiro de 2009 | 00h08

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