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Governo faz revisão moderada do Orçamento 2009

Crescimento do PIB foi reduzido de 4,5% para 4%; objetivo é não dar ao mercado sinais de pessimismo

Redação,

20 de novembro de 2008 | 15h49

Com o objetivo de não dar ao mercado sinais de pessimismo quanto à situação econômica, o governo optou por uma revisão moderada dos parâmetros que servem de base para o Orçamento de 2009. As mudanças devem impor um corte de, no máximo, R$ 6 bilhões nas despesas orçamentárias do próximo ano.   Essa grade de parâmetros foi apresentada na quarta-feira ao relator-geral do Orçamento, senador Delcídio Amaral (PT-MT), e deve ser usada na reestimativa de receitas.    Veja abaixo as principais alterações:   - PIB: A previsão de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) do País em 2009 foi reduzida de 4,5% para 4%.   O secretário Política Econômica do Ministério da Fazenda, Nelson Barbosa, considerou viável o parâmetro de crescimento ao levar em consideração a queda nos preços das commodities e o movimento de redução da taxa de juros no mundo.   Ele admitiu a existência de uma grande incerteza sobre o impacto da crise na economia real no fim deste ano e no início de 2009. Mas, ressaltou, "há uma grande certeza de que os governos do mundo adotarão políticas para sustentar o nível de crescimento. Por isso, o nível de 4% é possível."    - Inflação: A estimativa de inflação oficial do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) foi mantida inalterada em 4,5% para o final de ano, mas sua média foi elevada para 5,2%.   Combinado com uma previsão de IGP-DI médio de 7,9%, o governo projeta uma expansão de 6,42% no índice de preços que serve de referência para as estimativas de arrecadação.   - Petróleo: O maior impacto negativo dos parâmetros sobre a receita virá do preço do petróleo, que atinge diretamente a arrecadação de royalties. O preço do barril foi revisto fortemente, de US$ 112 para US$ 76.   (com Agência Brasil e Sérgio Gobetti, de O Estado de S. Paulo)

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