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Governo federal fará em julho censo no serviço público

O ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, anunciou hoje que o governo fará em julho um censo de servidores federais, que terá entre seus objetivos evitar gastos indevidos no pagamento de benefícios. De acordo com ele, são hoje 538 mil servidores na ativa, 370 mil inativos e quase 320 mil pensionistas. "Há pessoas recebendo sem estar na máquina pública, pessoas que já faleceram", declarou.

ADRIANA CHIARINI, Agencia Estado

26 de maio de 2009 | 19h48

O governo pretende usar a experiência do Instituto Nacional de Seguro Social (INSS) com recadastramento. Também fará uma campanha de divulgação do censo envolvendo o INSS, o Banco do Brasil e a Caixa Econômica Federal. Segundo o ministro, cerca de R$ 1,5 bilhão já foram retirados das despesas do governo, a partir de auditorias. Bernardo informou que o governo já investiu este ano até agora R$ 40 milhões em gestão e este valor deve chegar a R$ 120 milhões até o final do ano.

Houve uma redução de R$ 61 milhões na arrecadação federal, em relação à previsão orçamentária, segundo o ministro. "Mas isso não nos levou a cortar nossos principais programas", afirmou, citando o Plano de Aceleração do Crescimento (PAC) e a área de educação.

Bernardo disse também que o governo não permitirá ao Senado "achincalhar a imagem da Petrobras", em uma referência à Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) aberta para investigar a empresa. O ministro afirmou ainda que o governo enviará "nos próximos dias" as medidas sobre a tributação na caderneta de poupança ao Congresso Nacional. No entanto, ele não informou uma data precisa e diante da pergunta de se seria na semana que vem, respondeu que "não há previsão".

Bernardo participou de cerimônia no Palácio Guanabara para o anúncio da implantação do novo sistema de recursos humanos (SRH) do governo do Estado do Rio de Janeiro. O SRH é parte de um conjunto de investimentos em gestão com custo previsto em R$ 116 milhões, que, o governo estadual estima que gerará economia de R$ 1 bilhão por ano. O programa tem apoio do governo federal, do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) e do Banco Mundial.

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