Governo muda regras do setor para ampliar competição

Cada bandeira de cartão de crédito (por exemplo, Cielo, Mastercard, Hipercard) tem a sua rede e o seu terminal de processamento. Isso quer dizer que as máquinas em que os cartões da Mastercard são inseridos para efetuar a compra não aceitam os cartões Cielo, e vice-versa.

, O Estado de S.Paulo

31 de maio de 2010 | 00h00

Essa exclusividade, no entanto, está com os dias contados, segundo determinação do Banco Central (BC). A partir de junho, as empresas terão de processar as transações de qualquer bandeira. O principal beneficiário será o comerciante, que hoje arca com os custos de duas ou três máquinas.

A nova regulamentação do setor não vai parar por aí. Já está em curso a alteração da resolução 3.518 do Conselho Monetário Nacional, que dará ao BC o poder de regular a cobrança de tarifas dos cartões, assim como já fez com as tarifas bancárias no passado. / R.S.

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