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Governo não aceita indexação de impostos, diz Palocci

O ministro da Fazenda, Antonio Palocci, comentou hoje, em Xangai a solicitação de sindicalistas sobre correção da tabela do Imposto de Renda. Segundo ele, já há um primeiro acordo, e o governo vai preparar uma proposta para entrar em vigor em 2005. ?A possibilidade de mudar neste ano, estamos estudando. Eu nunca dou uma resposta definitiva sem ouvir todas as partes, sem dialogar com o presidente, ministros e chegar a uma conclusão?, disse. Segundo o ministro, há dificuldades em se fazer mudanças neste ano com o ?Orçamento em andamento?. ?Diálogo nós vamos ter, vou reencontrar os sindicalistas na semana que vem, vamos dialogar.O governo brasileiro, e o presidente Lula insistiu nisso, tem um compromisso de não aumentar a carga tributária". Ele salientou que o governo não tem por princípio "a indexação de qualquer imposto"."Se pudermos fazer algum movimento com o Imposto de Renda, vamos fazer, mas dentro das possibilidades. Eu não vou prometer o que não posso eventualmente fazer. Meu papel é fechar orçamento, fechar contas, não é anunciar medidas que não tenho certeza que possa tomar". Palocci aproveitou a entrevista que dava em Xangai para explicar sua posição sobre a carga tributária: "Durante o ano passado, muita gente divulgava que a carga tributária estava crescendo. E nós mostramos que ela não ia crescer e não cresceu. Nesse ano também o debate sobre o assunto voltou, igualzinho o ano passado. Vamos trabalhar para que ela não cresça. Se por algum motivo ela se desviar da rota de equilíbrio que nós buscamos, vamos tomar medidas para ela descer?, disse. O ministro afirmou que, em 2004, o governo retirou a tributação de bens de capital, e de Confins de hortifrutigranjeiros, para beneficiar população de baixa renda. ?Ou seja, não estamos apenas ordenando impostos, estamos retirando impostos do consumo popular e de bens de capital, questões fundamentais para o crescimento e para a redistribuição de renda".

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