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Governo não quer tabelar serviços bancários, diz Bernardo

Segundo ministro do Planejamento, concorrência do setor é importante, mas consumidor também

Renata Veríssimo e Adriana Fernandes, da Agência Estado,

27 de setembro de 2007 | 13h14

O ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, disse nesta quinta-feira, 27, que o governo não tem a intenção de tabelar os serviços bancários ou praticar uma política intervencionista. Segundo ele, a concorrência do setor bancário é importante, mas também é preciso preservar o interesse do consumidor.  O governo estuda, segundo Bernardo, uma forma de regulamentar a cobrança de tarifas bancárias. "Com certeza houve um crescimento muito expressivo das tarifas que são cobradas das pessoas e das empresas e acho que isso chegou a um ponto que exige um debate", disse o ministro, ao chegar ao Ministério da Fazenda, para reunião do Conselho Monetário Nacional.  Segundo ele, o governo está fazendo alguns estudos e discutindo a melhor forma de encaminhar essa regulamentação: se por meio de resolução do Conselho Monetário Nacional (CMN), ou por meio de lei.  Paulo Bernardo lembrou que os bancos já sinalizaram com a possibilidade de auto-regulamentar a cobrança de tarifas. O ministro disse que é preciso esperar para ver o que os bancos farão, mas argumentou que o governo também precisa ter uma ação.

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