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Governo não tem intenção de amordaçar Ipea, diz Bernardo

Na semana passada, grupo de três economistas da linha econômica ortodoxa foram afastados do Ipea

Fábio Graner, da Agência Estado,

21 de novembro de 2007 | 12h14

O ministro do Planejamento Paulo Bernardo, afirmou que não há intenção do governo de "amordaçar"o Ipea. Segundo ele, o instituto sempre teve autonomia e que o ministro Extraordinário para Assuntos Estratégicos, Mangabeira Unger, e o presidente do Ipea, Márcio Pochmann, não querem fazer cerceamento técnico do Ipea. Veja também:Pochmann cobra provas de que fez expurgos no Ipea "No Planejamento, nós sempre tivemos debates polêmicos. Tenho certeza que o Mangabeira vai preservar esta pluralidade", disse. "O Ipea vai continuar com o trabalho plural e polêmico", completou. Ele ressaltou que não existe intenção de impor um pensamento único. Paulo Bernardo afirmou que o economista Fábio Giambiagi vai voltar para o BNDES e não deixará de participar do debate econômico. Na semana passada, Giambiagi e mais um grupo de três economistas da linha econômica ortodoxa foram afastados do Ipea, criando polêmica se estaria havendo um expurgo ideológico no instituto.

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