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Governo não tem previsão para desligar usinas termelétricas

Usinas começariam a ser desativadas neste mês; tempo de uso das térmicas a pleno vapor pode superar recorde histórico

Ricardo Brito, da Agência Estado,

10 de abril de 2013 | 18h07

BRASÍLIA - O diretor-geral do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), Hermes Chipp, afirmou nesta quarta-feira, 10, que não há previsão para que o governo comece a desligar as usinas termelétricas. Por essa razão, é bem provável que o uso das térmicas a pleno vapor supere o recorde histórico. "Isso depende, eu não posso afirmar antecipadamente, porque a gente não tem uma previsão de clima, depende da hidrologia e consequentemente do clima", afirmou Chipp, na saída de uma audiência pública da Comissão de Minas e Energia da Câmara dos Deputados.

A previsão inicial era que as usinas termelétricas mais caras começassem a ser desativadas neste mês. Segundo o diretor-geral da ONS, o período em que as térmicas ficaram em pleno funcionamento pelo maior tempo foi de dezembro de 2007 e final de maio de 2008. Atualmente, essas usinas estão sendo utilizadas na sua capacidade máxima desde outubro do ano passado.

Hermes Chipp disse que as usinas térmicas são usadas, "em caráter complementar, para prover a segurança que o sistema necessita". "A maior parte do tempo você não funciona assim (com o uso das térmicas). Quando a hidrologia está com o nível de armazenamento baixo e a energia não vem de forma muito favorável, você complementa com as térmicas. Elas são feitas para isso", disse.

Segundo ele, atualmente o sistema dispõe de 20 mil megawatts de energia com essa matriz, dos quais de 14 mil a 15 mil megawatts estão sendo utilizados diariamente.

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