Gabriela Biló/Estadão - 17/6/2020
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Coluna

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Governo não vai suportar mais duas parcelas de R$ 600 de auxílio emergencial, diz Bolsonaro

O presidente afirmou que o ministro da economia, Paulo Guedes, decidiu estender o benefício, mas que um novo valor deve ser negociado no Congresso, já que o que está em vigor custa R$ 50 bilhões por mês ao governo

Julliana Martins e Amanda Pupo, O Estado de S.Paulo

22 de junho de 2020 | 14h11

O presidente Jair Bolsonaro disse nesta segunda-feira, 22, que o governo não suportará pagar mais duas parcelas do auxílio emergencial no valor de R$ 600, além das três já programadas. 

"O Paulo Guedes decidiu pagar a quarta e a quinta, mas falta acertar o valor. A União não aguenta outro com esse mesmo montante", disse Bolsonaro ao canal Agro+, da Band TV. 

Segundo ele, um valor do auxílio mais baixo será negociado no Congresso, já que o que está em vigor custa R$ 50 bilhões por mês ao governo. "Queremos atender o povo, mas com muita responsabilidade", afirmou.

A maneira mais rápida de diminuir a dependência do auxílio para a população é reabrir o comércio nas cidades, afirmou Bolsonaro. 

O presidente avalia as medidas de isolamento social tomadas por Estados e municípios para conter a disseminação do novo coronavírus como "um exagero" e acredita que não vai ser fácil para a economia pegar no tranco, já que embora o campo não tenha parado, as cidades e muitos Estados fecharam o comércio.

"Não podemos deixar que o efeito colateral do tratamento da pandemia seja mais danoso do que a própria pandemia. Vida e emprego, uma coisa está completamente atrelada à outra", disse Bolsonaro.

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