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Governo quer brecar migração de fundos à caderneta

A preocupação com a migração de aplicações de CDBs e fundos de investimento, grandes compradores de títulos da dívida pública, para a poupança levou ao governo federal a estudar uma mudança no cálculo de correção da caderneta de poupança.

O Estado de S.Paulo

23 de abril de 2012 | 03h06

Já se cogitou também reduzir o Imposto de Renda sobre outras aplicações. Para o economista Alex Agostini, da Austin Rating, essa seria a melhor opção para investidores e também para o governo, que evita assim o desgaste político e ainda cria um incentivo para investimentos em produtos tributados com IR.

Essa solução preserva também a arrecadação, que tende a cair com a migração para a poupança. Para o economista, a medida contribui ainda para direcionar recursos para empresas que dependem do mercado de capitais para se financiar.

"O IR em uma operação de até 180 dias é de 22,5%. O governo pode preservar os investidores da poupança reduzindo o imposto para outras opções de investimento", diz Agostini. "É o caminho mais simples." / E.C.

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