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Governo quer reduzir carga tributária, diz José Alencar

Em entrevista à 'Rádio Eldorado', vice-presidente defende fiscalização maior e fala também de Orçamento

Da Redação,

09 de janeiro de 2009 | 17h27

O vice-presidente da República, José Alencar, disse nesta sexta-feira, 9, que governo quer reduzir a carga tributária no País, mas sempre pensando no combate à sonegação. Em entrevista à Rádio Eldorado, Alencar afirmou que não foi o governo de Luiz Inácio Lula da Silva que elevou a carga, e sim os seus antecessores. Veja também:Ouça a entrevista com José Alencar   "Em 1995, quando começou o governo do nosso antecessor, a carga era de 27% do PIB. Quando ele nos entregou era de 36%, então ela subiu 9 pontos nesse período. Hoje, a carga está em 35% do PIB. Então nós não somos responsáveis pelo crescimento da carga, nos a mantivemos, até reduzimos um pouco. E o propósito é reduzir mais", disse. Ele ressaltou a importância da fiscalização contra a sonegação. "Os impostos são mais elevados por causa da sonegação. Se todos pagassem tudo direitinho, todos poderiam pagar um pouco menos", afirmou. Para o vice-presidente, a reforma tributária que está em discussão no Congresso tem que ser feita para transformar o sistema nacional em um sistema civilizado, "para que todos o compreendam e que também facilite a fiscalização". Orçamento Durante a entrevista, Alencar também disse que o Orçamento aprovado do governo deveria ser cumprido integralmente em tempo hábil, afirmando que tanto as emendas de bancada quanto as individuais, não saem. "É preciso um trabalho de lobby constante dos prefeitos de todos os municípios brasileiros aqui em Brasília, pedindo que seja liberado uma parcela relativa a uma emenda, seja individual ou de bancada, que contemple seu município em determinadas obras inadiáveis." Além disso, o vice-presidente voltou a defender a queda da taxa básica de juros no País, que, segundo ele, tem que obedecer "rigorosamente" as taxas de mercado internacional. "Elas (as taxas internacionais) estão em um décimo da nossa. Então nossa taxa tem que cair para o patamar de padrão internacional, porque o Brasil não é um país de terceiro mundo, pelo contrário, o Brasil é país de primeiríssimo mundo."

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