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Governo reduz em 15% pedágio de rodovias que vão a leilão

Esses valores correspondem ao máximo que poderá ser cobrado a cada 100 quilômetros

Leonardo Goy, da Agência Estado,

26 de julho de 2007 | 19h12

O ministro dos Transportes, Alfredo Nascimento divulgou nesta quinta-feira, 26, a relação das tarifas máximas para os pedágios que constarão da versão final do edital do leilão dos sete trechos de rodovias federais, que irão a leilão em 9 de outubro.   Veja a localização dos trechos   Os preços-teto estabelecidos para os pedágios tiveram uma redução média de 15,93% em relação ao modelo de edital que foi suspenso em janeiro passado pelo governo.   Esses valores correspondem ao máximo que poderá ser cobrado a cada 100 quilômetros. Mas, conforme ressaltou Nascimento, na prática os pedágios deverão ser menores, já que vencerão o leilão as empresas que oferecerem as menores tarifas.   A menor tarifa-teto que constará do edital, de R$ 2,685, é a da Régis Bittencourt (BR 116 entre São Paulo e Curitiba). A segunda mais barata, de R$ 2,754, é a da interligação Curitiba-Florianópolis (que inclui trechos das BRs 376, 116 e 101). No caso da Fernão Dias (BR 381 entre São Paulo e Belo Horizonte) o pedágio máximo ficou em R$ 2,884.   Já a tarifa-teto do trecho da BR 101 entre a divisa do Rio de Janeiro com o Espírito Santo até a Ponte Rio-Niterói terá uma tarifa máxima de R$ 3,824.   Para o trecho da BR 393 entre a divisa de Minas com o Rio de Janeiro e o entroncamento com a Via Dutra a tarifa-teto ficou em R$ 4,037. O trecho da BR 153 que cruza o estado de São Paulo ficou com uma tarifa-teto de R$ 4,083. Já o teto para a BR 116, no trecho entre Curitiba e a divisa de Santa Catarina com o Rio Grande do Sul, ficou em R$ 4,188.   Segundo o diretor-geral da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), José Alexandre Rezende, esses números já estão corrigidos a valores de julho deste ano.     Mais concessões   Nascimento disse também que o governo está estudando "outras concessões" de rodovias à iniciativa privada, para serem lançadas depois que for concluído o processo de concessão de sete trechos de rodovias federais.   A agência estuda outros 15 mil quilômetros de vias federais que poderão ser concedidos à iniciativa privada ou recuperadas por meio de PPPs, segundo Rezende.   Dentro desse total, a análise de viabilidade técnica e econômica de 2 mil quilômetros em Minas Gerais está sendo desenvolvida em conjunto pela ANTT e pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Segundo Rezende, os estudos desses 2 mil quilômetros deverão ser concluídos já no início de 2008.   Até meados do próximo ano, deverão ser concluídos os estudos relativos a outros 12 mil quilômetros, que estão sendo feitos pela agência em parceria com o Banco Mundial.

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