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Governo tenta descobrir razões do desinteresse pela BR-262

Conversas com as empresas do setor de concessões rodoviárias estão sendo mantidas para entender o motivo do pouco apelo

Vinicius Neder, de O Estado de S. Paulo,

16 de setembro de 2013 | 21h17

RIO - O governo está conversando com as empresas do setor de concessões rodoviárias para entender a falta de interesse no trecho da BR-262 que seria leiloado na quarta-feira, afirmou ontem o presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Luciano Coutinho. O executivo não quis comentar possíveis causas do desinteresse nem eventuais mudanças no modelo de concessão.

A BR-262 seria leiloada junto com o trecho da BR-050 (Goiás), que teve oito consórcios interessados, conforme divulgado sexta-feira. "O número é satisfatório. Oito é um bom número", disse Coutinho, pouco antes de participar de um seminário da Associação Brasileira de Private Equity e Venture Capital (Abvcap), no Rio.

Para Coutinho, a falta de interessados não reduz a importância do Programa de Investimentos em Logística (PIL). Ele afirmou que o interesse nas concessões tem sido demonstrado nas conversas com o setor privado, embora varie de empresa para empresa. "Há trechos mais difíceis, mas não resta dúvida que o setor privado tem interesse", disse Coutinho, sem citar quais trechos seriam mais difíceis. Segundo o presidente do BNDES, não há alternativas para os investimentos em infraestrutura, além das concessões.

Coutinho também comentou que, em setembro, o ritmo de desembolsos do BNDES para empréstimos já aprovados continua semelhante ao de julho e agosto, entre R$ 14 bilhões e R$ 15 bilhões ao mês.

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