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Governo vê 'reação positiva' a recentes indicadores econômicos

Avaliação do Planalto é de que os efeitos da crise financeira no Brasil não serão tão prejudiciais como estimado

Reuters,

16 de fevereiro de 2009 | 18h24

A coordenação política do governo concluiu nesta segunda-feira, 16, que recentes indicadores locais da economia geraram uma "reação positiva" dos agentes econômicos que atuam no Brasil em relação aos efeitos da crise financeira global no país, informou fonte do Palácio do Planalto.  Veja também:De olho nos sintomas da crise econômica Dicionário da crise Lições de 29Como o mundo reage à crise  Para o governo, por exemplo, as recentes notícias de que empresários continuam a investir e que a demanda por automóveis caiu menos do que o esperado sinalizam que os efeitos da crise financeira global no Brasil não serão tão prejudiciais como o estimado anteriormente.  Mesmo assim, o Planalto avaliou que a conjuntura continuará a demandar medidas. O plano para incentivar a habitação, que vem sendo elaborado pelo governo, deve ser lançado depois do Carnaval.  Apesar do otimismo do governo, pesquisa Focus divulgada na segunda-feira pelo Banco Central revelou que o mercado cortou sua projeção de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro para 1,50 por cento, ante a expectativa de 1,70 por cento registrada na semana passada.  Os integrantes da coordenação política do governo decidiram que definirão, com a ajuda dos ministérios, uma agenda legislativa para o Executivo. As reformas política e tributária são consideradas prioritárias pelo Palácio do Planalto.  O governo também considerou positivo o resultado do encontro com prefeitos, promovido na semana passada. Para os integrantes do núcleo político do Executivo, o evento atingiu o objetivo de aproximar as prefeituras dos programas do governo federal.  A oposição acusa o governo de usar o encontro para promover a pré-candidatura da ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, à Presidência, o que é rechaçado pelo Planalto.  Além do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e de Dilma, integram a coordenação política do governo os ministros José Múcio Monteiro (Relações Institucionais), Franklin Martins (Comunicação Social), Luiz Dulci (Secretaria-Geral da Presidência), Tarso Genro (Justiça), Guido Mantega (Fazenda) e Paulo Bernardo (Planejamento).  (Reportagem de Fernando Exman)

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