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GPA atrela remuneração variável de executivos à meta de redução de emissões de carbono

Grupo dono da rede Pão de Açúcar tem como objetivo reduzir as emissões em, no mínimo, 30% até 2025

Fernanda Guimarães, O Estado de S.Paulo

11 de dezembro de 2020 | 16h38

O GPA, dono da rede de supermercados Pão de Açúcar, anunciou nesta sexta-feira, 11, que a remuneração variável de seus executivos será atrelada à meta de redução de emissão de gás carbônico. Segundo a empresa, a medida está alinhada com o compromisso de seu controlador, o Grupo Casino, na França, de reduzir as emissões em, no mínimo, 30% até 2025.

Esse indicador  passa a fazer parte do Índice de Sustentabilidade e Diversidade, que existe desde 2016 e para o qual todos os mais de 1.400 gestores da companhia são elegíveis. Tal indicador avalia a execução de ações ligadas a sustentabilidade e diversidade e está atrelado à remuneração variável. 

A partir dessa inclusão, o índice de redução de emissões de carbono substitui o antigo, que avaliava somente a redução do consumo de energia elétrica, e soma-se ao indicador de presença feminina na liderança. A meta, nesse caso, é chegar a 2025 com 38% dos cargos de alta liderança ocupados por mulheres.  

"A sustentabilidade é intrínseca ao nosso modelo de negócio e, como tal, precisa estar refletida em diferentes níveis para que seja um compromisso de toda a companhia. A evolução desse indicador atesta que o GPA está atento a seu papel como agente mobilizador para construção de uma sociedade mais sustentável e, por isso, está comprometido com metas de curto e longo prazo, como a redução de emissões de carbono equivalente relacionadas ao negócio", disse, em nota, o co-vice-presidente do Conselho de Administração do GPA, Ronaldo Iabrudi.

O GPA informou que monitora a emissão de carbono em suas atividades diretas desde 2010.

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