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Grãos sobem com incertezas no clima

Os mercados de grãos se descolaram de outras commodities e ações ontem, reagindo principalmente a fatores climáticos. Investidores estão atentos aos riscos de perda de produtividade de lavouras em áreas agrícolas dos Estados Unidos e da Europa, o que vem sustentando os preços. Na Bolsa de Chicago, o contrato de trigo para entrega em julho avançou 3,73% e fechou a US$ 7,64 por bushel. O clima está seco demais para o desenvolvimento da safra americana de trigo de inverno e úmido demais para o plantio da safra de primavera, semeadas em regiões diferentes do país.

Filipe Domingues, O Estado de S.Paulo

18 de maio de 2011 | 00h00

O plantio de milho também está atrasado por causa do excesso de chuvas. O cereal se valorizou 3,26% ontem. Consequentemente, o cultivo de soja, que costuma começar depois do milho nas mesmas áreas, apresenta ritmo lento. A oleaginosa registrou alta de 1,09%. Segundo analistas, esses mercados devem continuar acompanhando o clima no curto prazo, se não houver novidades de oferta e demanda ou mudanças na economia.

Na Bolsa de Nova York, o açúcar subiu 0,73%, com o atraso na entrada da safra brasileira. A produção está mais lenta, com parte da cana colhida até agora - 60% do total - destinada ao etanol. O preço do combustível no mercado interno é atraente para o produtor, em virtude da oferta limitada. O café subiu 0,76%, numa recuperação após perdas recentes.

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