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Grécia promete reduzir Estado e espera acordo com FMI

A Grécia prometeu reduzir seu inflado setor público nesta terça-feira, antes de uma segunda teleconferência com a União Europeia e o Fundo Monetário Internacional (FMI), para tentar convencê-los a ceder empréstimos apesar dos descumprimentos das metas estabelecidas pelo programa de resgate.

INGRID MELANDER E ANGELIKI KOUTANTOU, REUTERS

20 de setembro de 2011 | 08h20

Autoridades do governo disseram que a primeira teleconferência, na segunda-feira, fora "produtiva e substantiva" e esperam conseguir o pagamento de 8 bilhões de euros em empréstimos, necessário para que o país não fique sem dinheiro no mês que vem.

Mas os credores internacionais estão perdendo a paciência com Atenas, aumentando a pressão para que o país cumpra as promessas de corte de déficit mesmo que a economia rume para o quarto ano de recessão.

"Nossa meta primária é encolher o Estado", disse o porta-voz do governo Angelos Tolkas à rádio NET. "O Orçamento estatal grego parou de pagar os salários de cerca de 200 mil funcionários públicos nos últimos dois anos. E estamos continuando."

O ministro grego de Finanças, Evangelos Venizelos, discutirá planos de rigor fiscal com inspetores da UE e do FMI às 14 (horário de Brasília), segundo seu gabinete.

Ele prometeu implantar quanta austeridade for preciso para evitar um calote de dívida, que poderia desencadear problemas mais profundos nos mercados globais e levar outros países altamente endividados à crise.

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