Greenpeace protesta por energia renovável no Planalto

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva teve que encarar um protesto do grupo Greenpeace já no primeiro dia de reinauguração do Palácio do Planalto. Três representantes da organização internacional subiram a rampa principal do Palácio para tentar entregar ao presidente um painel de captação de energia solar. Seguranças da Presidência foram acionados para retirar os manifestantes do local.

RENATO ANDRADE E TÂNIA MONTEIRO, Agencia Estado

25 de agosto de 2010 | 16h40

O grupo reclama que o governo "esqueceu", ao fazer a reforma do Palácio, de incluir fontes de energia alternativas, como a solar. O Palácio do Planalto foi reaberto hoje, depois de um ano e cinco meses fechado. "Incorporar painéis solares ao centro do poder no País funcionaria como uma fonte de sinalização de que o Brasil trilhará o caminho do desenvolvimento com um olho novamente voltado para o futuro, crescendo, mas com responsabilidade social", afirmou o grupo em carta encaminhada ao presidente.

Apesar do "esquecimento", os ativistas do Greenpeace aproveitaram a carta para pedir apoio à aprovação de um projeto de lei que tramita no Congresso prevendo incentivos para a geração de energia renovável. "Nunca é tarde para corrigir um esquecimento. Aprovar essa lei ajudará a direcionar a nação para um futuro limpo, substituindo os investimentos em fontes sujas feitos nos últimos anos", afirma o Greenpeace no documento.

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