Marcello Casal Jr./Agência Brasil
Marcello Casal Jr./Agência Brasil

Greve do BC continua e pode afetar preparativos do próximo Copom, diz sindicato

Movimento pede reestruturação da carreira e recomposição salarial do período do atual governo

Redação, O Estado de S.Paulo

31 de maio de 2022 | 12h33

BRASÍLIA - O presidente do Sindicato Nacional dos Funcionários do Banco Central (Sinal), Fábio Faiad, informou nesta terça-feira, 31, que a categoria decidiu em assembleia geral nacional, com mais de 85% dos votos válidos, pela continuidade da greve no Banco Central. Uma reavaliação do movimento ocorrerá somente no dia 7 de junho, segundo a entidade.

Em nota enviada à imprensa, o Sinal diz que a continuidade da paralisação pode afetar os preparativos da próxima reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), marcada para os dias 14 e 15 de junho. "Mas serviços como o Pix serão preservados", destaca o documento.

"A mobilização continua como única forma de intensificar a pressão sobre a Diretoria do BC e as demais instâncias do governo federal para que se reabram as negociações com a categoria", afirma o sindicato.

O movimento pede a reestruturação da carreira junto com a recomposição salarial do período do atual governo. Os servidores do BC reivindicam 27% de reajuste. A greve foi iniciada no dia 1º de abril, com uma trégua entre 20 de abril e 2 de maio. A tendência é o governo optar pelo reajuste linear de 5% para todo o funcionalismo. / COM BROADCAST

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