Clayton de Souza/Estadão
Clayton de Souza/Estadão

Em uma semana, greve dos bancários paralisa mais de 11 mil agências, diz sindicato

Apenas em São Paulo, 24 mil trabalhadores cruzaram os braços nesta terça-feira; categoria pede reajuste salarial de 16% contra uma proposta de 5,5% dos bancos

O Estado de S. Paulo

13 Outubro 2015 | 20h37

A greve nacional dos bancários, que atinge 26 estados e o Distrito Federal, completa nesta terça-feira uma semana, com a paralisação de 11.437 agências, de acordo com a Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT).

Em São Paulo, 24 mil trabalhadores cruzaram os braços em apoio à greve, que provocou a suspensão das atividades em 856 locais de trabalho, sendo 851 agências e cinco centros administrativos, segundo o Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região, o maior da categoria no Brasil.

Os bancários pedem reajuste salarial de 16% (reposição da inflação mais aumento real de 5,6%), vale-refeição e vale-alimentação no valor de um salário mínimo (R$ 788) e manutenção do emprego. A Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) propõe reajuste de 5,5% - projeção de inflação calculada pela entidade para os próximos 12 meses. A greve começou na terça-feira passada, após cinco rodadas de negociações sem sucesso.

Para evitar maiores transtornos, durante o período de greve, os caixas de autoatendimento continuam funcionando normalmente. / COM AGÊNCIA ESTADO

Mais conteúdo sobre:
grevebancos

Encontrou algum erro? Entre em contato

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.