Coluna

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Greve dos bancários continua

A negociação entre os representantes dos bancários e dos bancos realizada nesta terça-feira em São Paulo fracassou e a greve continua. Não foi marcada data para um novo encontro. Segundo a Confederação Nacional dos Bancários (CNB), a paralisação já atinge 24 Estados. A Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) nega a existência de 200 mil bancários parados no País, como afirma a CNB. Os correntistas devem pagar as dívidas nos prazos. Os bancos mantém a orientação de cobrar juros por atrasos no pagamento das dívidas. A alegação da Fenaban é a de que os correntistas podem, além de usar caixas de auto-atendimento e Internet, os serviços das agências abertas.Magnus Apostólico, da Fenaban, afirma que apenas 5% dos bancos privados estão parados. Disse que a entidade quer negociar, desde que os bancários apresentem sugestões. ?Não temos mais como elevar o custo desta proposta?, afirmou. Luiz Claudio Marcolino, presidente do Sindicato dos Bancários de São Paulo, disse que a Fenaban ?não faz uma avaliação correta? da greve e que a categoria deverá ?radicalizar?.Os bancários exigem reposição da inflação apurada no INPC até a data-base de 1º de setembro de 6,64% mais aumento real de 17,68%. A categoria exige ainda um salário integral e mais R$ 1,2 mil a título de participação nos lucros. A Fenaban aceita pagar aumento linear de 8,5% para salários e benefícios, além de R$ 30 para quem tem vencimento de até R$ 1,5 mil. Na participação dos lucros, a Fenaban ofereceu pagamento de 80% do salário e mais R$ 705. A proposta prevê ainda um vale-alimentação extra no valor de R$ 217.

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