Andre Dusek/Estadão
Andre Dusek/Estadão

Renda extra

Fabrizio Gueratto: 8 maneiras de ganhar até R$ 4 mil por mês

Greve de caminhoneiros quer gerar desgaste político, diz ministro

Edinho Silva minimiza paralisação e diz que governo encara a mobilização como um movimento 'pontual'

Igor Gadelha, O Estado de S. Paulo

09 de novembro de 2015 | 12h30

BRASÍLIA - O ministro da Secretaria da Comunicação Social da Presidência, Edinho Silva, minimizou nesta segunda-feira a greve deflagrada por caminhoneiros em todo o País. De acordo com ele, o Planalto encara a mobilização como um movimento "pontual", que tem o "objetivo único" de "gerar desgaste político ao governo". O ministro disse que o tema não foi discutido na reunião de coordenação política desta segunda.

"No nosso entender, essa greve é pontual, que atinge pontualmente algumas regiões do país, e infelizmente é uma greve que tem se caracterizado com uma aspiração única de desgaste político do governo", afirmou em entrevista coletiva após a reunião.

Segundo Edinho, até o momento, nenhuma entidade representativa dos caminhoneiros apresentou qualquer pauta de reivindicação ao Executivo. "Mas o governo está aberto ao diálogo sempre", ponderou.

Como mostrou o Broadcast Político, o Comando Nacional do Transporte vem afirmando que, entre as reivindicações da greve dos caminhoneiros, está o impeachment da presidente Dilma Rousseff.

"Você não pode apresentar uma pauta onde o centro é o desgaste do governo. Uma greve geralmente vem com questões econômica,  questões sociais. Geralmente é propositiva, mesmo quando trata de questões políticas. Nunca vi uma greve onde único objetivo é gerar desgaste ao governo", acrescentou o ministro, evitando classificar a mobilização como um movimento "partidário". 

Tudo o que sabemos sobre:
caminhoneiros

Encontrou algum erro? Entre em contato

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.

Tendências:

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.